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Abrimos uma conta no Original.

Redação Pagamento.me

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Você já deve ter percebido que esse portal fala bastante de bancos digitais, certo? Fizemos um post “Nubank – a experiência” (https://pagamento.me/nubank-experiencia/), em 31 de Janeiro de 2015, onde contamos como foi ter se cadastrado, validado os dados e ter digitalizado os documentos pelo app. Foi uma verdadeira aula de “usabilidade” e de praticidade. Recebemos o cartão em 7 dias após cadastro.

Fizemos no mês passado, o processo completo de abertura de conta no Original. Acompanhe como foi.

Banco digital: primeiras impressões

A conta foi aberta em 19 dias exatos. Iniciamos o processo de cadastro via app dia 03/04 e recebemos a confirmação de abertura com o número da conta e agência, no dia 22/04.

Já o cartão, foi enviado somente no dia 05 de maio. Mais de um mês pós cadastro. Bancos de varejo como Itau, Santander e Bradesco, com seu processo normal de abertura, teriam 5 dias para abrir a conta, mais 5 dias para enviar o cartão. O que totalizaria o processo completo em 10 dias.

Para nós o grande atrito está na coleta da assinatura digital presencial do Original, que ainda está lenta entre cadastro e coleta. Do cadastro (03/04) até o dia da coleta e conferência presencial dos documentos (20 de abril), foram 17 dias.

Apesar do desafio do prazo, foi uma boa experiência.

Na prática foram 4 passos básicos:

  1. 03/04 – Cadastro no app;
  2. 20/04 – Coleta da assinatura digital;
  3. 22/04 – Confirmação da conta aberta;
  4. 05/05 – Recebimento do cartão

Vamos às ilustrações.

1. Cadastro no app do Original

O ponto de melhoria visto pela nossa equipe foi justamente a questão do cadastro dos dados no app. Por se tratar de uma abertura de conta, acreditamos que algumas questões de regulamentação e KYC (know your customer) devam ser seguidas à risca, ainda. Porém, o tempo para finalizar o cadastro total, digitalização de documentos e fotos, durou cerca de 20 minutos.

O ideal era reduzir ainda mais isso.

Mesmo assim, foi um belo trabalho do banco, criar um mecanismo para abrir contas digitais de uma forma realmente prática. Bem mais simples e mais rápido do que abrir contas tradicionais. Adeus fila!

2. Coleta da assinatura digital

Recebemos um agente de coleta, para confirmar o documento e coletar novamente a digital dos dedos, só que dessa vez presencialmente. O double check, segundo o próprio representante, é norma.

A burocracia trouxe um mimo: o banco enviou um café especial para dar as boas vindas.

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3. Confirmação da conta aberta

Com a confirmação da conta aberta, fizemos o acesso via web e já fizemos os testes funcionais: depositando dinheiro, simulando investimento e testando a plataforma. 

A agência Try mandou muito bem na concepção / design. Ficamos bem surpresos com o resultado das cores e da facilidade de navegação da estrutura. Bem diferente dos bancos tradicionais.

4. Recebimento do cartão

Ufa! Tá na mão. E ainda veio com outro brinde 🙂

O Original abriu uma porta bem importante em se posicionar como um banco digital de fato. Não ter agência física é de realmente uma grande mudança, mas também um possível realidade nos próximos anos.

Sugestão: leia o texto ” 3 sinais que fazem das fintechs, uma bomba explosiva para os bancos brasileiros” e entenda como isso de abrir contas em agências bancárias tradicionais, vai morrer em breve.

Belo trabalho Original 🙂

Fotos: reprodução Original.com.br

O site Pagamento.me é um canal independente de notícias e tendências do mercado de meios de pagamento.

Fintechs

A nova fintech dos fundadores do Pagar.me

Redação Pagamento.me

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pagar.me fundadores

Os fundadores do Pagar.me, Henrique Dubugras e Pedro Franceschi têm um novo negócio.

*Atualizado 19/06/2018

Prodígios, lançaram a empresa em 2013 quando ainda tinham apenas 18 anos. Viraram notícia, porque conseguiram desenvolver um facilitador de pagamentos diferente: moderno e pensado no usuário, especialmente naqueles de tecnologia. Ganharam prêmios como Spark Awards (da Microsoft) e The Innovation Project 2014 (em Harvard). Era raro de se ver, especialmente pela idade dos dois.

Dos desbloqueios de iPhone aos fundos de investimento

O sucesso dos garotos chamou atenção do mercado e obviamente, dos tubarões. Depois de receberem investimento da Grid Investments, fizeram um acordo com a Arpex Capital de André Street. Daí por diante, a empresa recebeu suporte financeiro e operacional, para crescer para centena de colaboradores e milhares de clientes. Também veio o suporte da Stone, adquirente lançada pelo grupo e a mentoria de um grupo de empreendedores que conhecia o mercado de pagamentos como ninguém. A dose até parecia ter sido demais, já que na época, a solução desenvolvida pelos jovens empreendedores era superior inclusive, as do próprio grupo, que incluía soluções como Mundipagg e Moip (onde a Arpex tinha participação).

Era o que qualquer empreendedor sonhava: lançar algo de sucesso e fazer o negócio crescer com um sócio forte. Mas não parecia o suficiente para os dois.

fundadores pagar.me
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Fundadores do Pagar.me em premiação de Harvard. (Arquivo Pessoal)

Fato é que o desejo dos dois empreendedores de estudar fora, falou mais alto. Venderam a empresa para a Stone e sua holding, fizeram as malas para estudar em Stanford e agora, vão empreender novamente. Só que dessa vez, no mercado mais competitivo do mundo: o americano.

Brex, a nova fintech dos fundadores do Pagar.me

A carreira de Pedro e Henrique nem são tão meteóricas assim. O dois, apesar da pouca idade na fundação do Pagar.me, já haviam empreendido (e aprontado) antes. Veja esse vídeo do Pedro Franceschi no TEDx e entenda.

Agora, eles preparam uma nova “porrada”.

Eles estão há alguns meses trabalhando no projeto Brex, que ainda está sendo mantido em segredo, mas já recebeu investimento pessoal de Peter Thiel e Max Levchin (co-fundadores do PayPal), Carl Pascarella (ex-CEO da Visa), Yuri Milner (investidor do Facebook), do fundo Ribbit Capital, da Y-Combinator e pelo que foi pesquisado, dos fundadores da 3G Capital.

Investidores de peso já estão on board! (Foto: Pitchbook)
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Investidores de peso já estão on board! (Foto: Pitchbook)

A Brex, ao que tudo indica é uma fintech que gerencia processos de pagamento de despesas corporativas, contabilidade, emite cartão empresarial e provê outros serviços essenciais para empresas. A sede da Brex, na Market Street (coração de São Francisco-USA),  já tem quase 20 colaboradores e está atrás de diversos engenheiros para ajudar na construção dessa nova fintech.

No dia 19/06 às , depois da nossa divulgação, a empresa divulgou ao mercado investimento total de U$57 milhões.

Vem coisa boa aí.

Go boys!

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IBM compra fintech

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Leandro De Andrade

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Sexta-feira difícil para o segmento

Rodrigo Dantas

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Nem é Sexta 13. Mas hoje o dia está difícil para fintechs.

O Neon, banco digital paulista, sentiu o peso da caneta do Banco Central, ao receber a liquidação das operações hoje, às 08h da manhã. Bomba.

Neon e o Banco Central

A ação do banco central, foi especialmente sobre o Banco Neon SA, antigo Banco Pottencial de Minas Gerais, que dava suporte e a carta patente para a Neon Pagamentos SA (essa sim, fintech) a operar os serviços financeiros numa joint venture. Existem duas empresas nessa história: Banco Neon e Neon Pagamentos.

“Nenhuma fintech está sendo liquidada, e inclusive todas as operações da Neon Pagamentos estão sendo preservadas,” o Banco Central disse ao Brazil Journal. “Ela é livre para buscar outras parcerias com outras instituições financeiras.”

Segundo o BC, Conrade “não tem nem uma ação do Banco Neon. São os controladores do Neon que têm uma participação minoritária na Neon Pagamentos.”

Mesmo com a confusão do mercado (e desespero de milhares de clientes), é uma notícia que abalou o mercado hoje pela manhã.

Banco Inter e o vazamento de dados

Outra que doeu, foi o vazamento de dados divulgado pelo Tecmundo. 100 mil clientes foram expostos, segundo o hacker “John” que pediu resgate em bitcoins. Adivinha o que aconteceu com as ações do Inter, depois da notícia?

Em comunicado, feito na página do Facebook, o banco publicou:

“Esclarecemos que o Banco Inter foi vítima de tentativa de extorsão e que imediatamente constatou que não houve comprometimento da segurança no ambiente externo e nem danos à sua estrutura tecnológica. O fato foi comunicado às autoridades competentes e a investigação já está em andamento.

Trabalhamos com as melhores tecnologias de segurança digital e seguiremos com investimentos constantes para oferecer a melhor experiência para os nossos clientes.”

Desejo boa sorte ao Neon ao Inter. Esse é um momento duro para inovação. Independente dos fatos e apurações, onde o Banco Central sempre foi eficiente nas decisões, essa é o que podemos chamar de Sexta Feira complicada para as Fintechs.

….

Recomendo a leitura do excelente Brazil Journal, que fez um matéria legal sobre o caso do Neon.

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