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Accenture sinaliza o boom das fintechs na Ásia

Redação Pagamento.me

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As fintechs tem sido a “mola” para as grandes mudanças mundiais em termos de economia.

Graças ao e-commerce, muita coisa mudou! Hoje as empresas negociam de forma diferenciada, o público não precisa mais estar fisicamente presente! O meio virtual possibilitou novas formas de atendimento e lucros!

Novos empreendimentos têm surgido a partir de aplicativos, softwares e sistemas em nuvem! Fintech é na verdade, o nome dado, para as empresas de tecnologia financeira, que criam soluções inovadoras ao comércio e indústrias!

A fintech se destaca porque possui um caráter inovador, atraente, com ideias criativas, e melhor, com a menor burocracia existente, em todo o mercado! Sendo assim, uma excelente forma de comercialização para empresários e clientes!

Se você já viu pagamentos realizados por Paypal, PagSeguro, rifas virtuais e algum crowdfunding (forma de financiamento coletivo), então já sabe o que é uma fintech.

E esse boom acaba de chegar na Ásia!

O investimento nas fintechs, acaba de ser analisado na Ásia. A empresa de consultoria em tecnologia Accenture – enviou um relatório detalhado sobre a vinda desse boom para mercado asiático nos próximos anos.

O relatório afirma que os investimentos nas fintechs para a região, vai mais do que quadruplicar referente ao número do ano passado e assim, possibilitar – chegar em vários milhões de dólares (e possivelmente bilhões) no seu montante total.

A tecnologia financeira decolou em todo o outro lado do mundo, e apesar da Ásia ter ficado – em algum tempo – um pouco para trás. Os relatórios ao longo do ano têm mostrado uma maior integração entre as empresas na Ásia e outros sistemas em todo o mundo. O relatório da Accenture diz que nos primeiros nove meses de 2015, o total de investimentos em tecnologia financeira chegou a US $ 3,5 bilhões, ultrapassando significativamente a soma U$880M de 2014.

A Accenture também observou que uma parcela significativa de ofertas de fintechs na região, até 40%, estavam com plataformas baseadas em pagamentos. Um fato interessante apontado pelo relatório foi que, embora o investimento total mais do que quadruplicou, o volume de investimento só aumentou marginalmente. Até agora, diz Accenture, 122 ofertas foram feitas, em comparação com 117 para todo o ano de 2014.

O relatório da Accenture sublinhou a importância de tanto a China, como a Austrália (da Oceania), se engajarem no crescimento dos investimentos em tecnologia financeira para o Pacifico da Ásia. Ambas as regiões aumentaram significativamente seu nível de investimento, especialmente em negócios envolvendo empresas estrangeiras.

A Accenture observa que há três setores que têm e vão receber uma atenção especial: blockchain (pagamentos virtuais com protocolos de códigos), nuvem (tecnologia de segurança) e ferramentas (pagamentos).

Blockchain anteriormente era uma ideia impopular devido à sua ligação com bitcoin, uma tecnologia que anteriormente não foi levada a sério. Já os sistemas baseados em nuvem, em particular, vão receber investimentos pesados, de acordo com a Accenture.

Como você pode ver, o futuro de pagamentos, está nas mãos das fintechs.

Acesse o relatório aqui.

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Revolut verá sua valorização subir para US $ 1,4 bilhão

Leandro De Andrade

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A avaliação da Revolut, uma startup de pagamentos internacionais, está programada para quintuplicar em menos de um ano devido a uma nova rodada de captação de recursos.

A DST Global, uma empresa de investimentos fundada pelo capitalista de risco russo Yuri Milner, deve liderar uma rodada que valoriza a empresa em cerca de US $ 1,4 bilhão. A Revolut vem atraindo investidores nos últimos meses para um acordo que arrecadaria cerca de US $ 150 milhões, mas o montante total arrecadado agora pode subir para US $ 250 milhões. A rodada ainda não está fechada.

No verão passado, a empresa sediada em Londres foi avaliada em uma rodada de cerca de 200 milhões de libras, de acordo com a PitchBook, sem incluir o novo dinheiro. Isso foi cerca de US $ 255 milhões em dólares americanos na época.

Um aumento de cinco vezes no valor não é normal, e é um pico raro em tempos geralmente difíceis para a indústria financeira ou fintech. Mas a empresa registrou um aumento no volume de transações – que, segundo a empresa, agora mede US $ 1,5 bilhão por mês.

A startup, liderada pelo CEO Nikolay Storonsky, funciona como um banco digital, permitindo que os usuários transfiram dinheiro em diferentes moedas sem taxas de transação (1,7 milhão de usuários e tem cerca de 350 funcionários).

DST e Revolut se recusaram a comentar.

A Revolut revelou recentemente seus planos de expansão para os Estados Unidos e agora permite que os clientes transfiram a moeda comum para criptomoedas como bitcoin.

Storonsky, nascido na Rússia, tem uma reputação na indústria como sendo particularmente agressivo e ousado.

“Não consigo ver como o equilíbrio entre trabalho e vida pessoal ajudará você a construir uma start-up” , disse ele neste inverno.

“Você está competindo com players maiores, start-ups com mais dinheiro; você está competindo por clientes, você não tem recursos. Então, como você vai ganhar este jogo?”

Os investidores anteriores da Revolut incluem a Balderton Capital e a Index Ventures. Também levantou algum dinheiro através do crowdfunding.

Seu principal concorrente, a TransferWise, foi avaliado em US $ 1,6 bilhão e conta com o apoio de empresas de capital de risco, como a Andreessen Horowitz.

Nos últimos meses, a DST Global se concentrou cada vez mais no setor de fintech. O fundo também está liderando uma rodada de US $ 350 milhões na Robinhood, a empresa de negociação de ações que atende a geração do milênio e liderou uma rodada de US $ 150 milhões em Março na startup Nubank.

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Recente rodada de financiamento pode elevar o valor da Ant Financial para US$ 150 bilhões

Leandro De Andrade

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A Ant Financial, a empresa de tecnologia financeira que administra o popular serviço de pagamento móvel chinês Alipay, pretende levantar US $ 9 bilhões em uma nova rodada de financiamento privado, algo que poderia transformar a empresa no maior unicórnio fintech do mundo.

A empresa está aumentando sua meta para US $ 9 bilhões a partir de uma meta inicial de US $ 5 bilhões, informou o Wall Street Journal hoje.

Isso poderia elevar a avaliação da empresa para quase US $ 150 bilhões, segundo o WSJ, o que a colocaria muito acima das empresas financeiras sediadas nos EUA, como Goldman Sachs ou PayPal.

A empresa está levantando os fundos antes de uma oferta pública antecipada. Tudo isso vem depois que a empresa levantou US $ 4,5 bilhões em 2016, dando à Ant Financial sua avaliação atual de US $ 60 bilhões.

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ContaAzul recebe investimento de R$ 100 milhões para dobrar de tamanho em 2018

Leandro De Andrade

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A ContaAzul, startup de contabilidade fundada em 2011, anunciou na última terça-feira (03/04/2018) ter recebido um aporte de R$ 100 milhões a fim de expandir sua operação.

Com sede em Joinville (SC), a ContaAzul oferece uma plataforma em nuvem que facilita a contabilidade de pequenas empresas.

“Plataforma que permite ao dono do negócio organizar e ter mais controle da sua empresa, além de poder trabalhar de forma integrada com seu contador, eliminando o retrabalho, o excesso de papel e outras burocracias envolvidas nessa relação”. Vinicius Roveda, cofundador e CEO

A startup catarinense ContaAzul, que faz software de gestão para pequenas empresas, recebeu R$ 100 milhões em uma nova rodada de investimentos liderada pelo fundo americano Tiger Global Management, empresa de investimentos de Nova York que já havia investido na empresa catarinense em 2015,  que já apostou em empresas como 99 e Nubank.  A nova rodada de investimento, de R$ 100 milhões, foi a quarta e maior da história da ContaAzul.

“Acreditamos que o apoio da Tiger será fundamental para nosso próximo ciclo de crescimento”, disse Roveda em nota.

Os recursos serão usados para acelerar o crescimento da ContaAzul ao longo de 2018. O objetivo, segundo a empresa, é dobrar de tamanho até o fim do ano. Além da abertura de novos escritórios em grandes cidades brasileiras, outras frentes serão o reforço de conexões com instituições financeiras, apps, fintechs e governos, e a promoção de eventos voltados a contadores, incluindo um próprio marcado para outubro.

Em rodadas anteriores, a empresa de Joinville recebeu aportes de fundos como o Monashees e do próprio Tiger Global, além da aceleradora do Vale do Silício 500 Startups.

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