Adyen se prepara para possível IPO de U$11 Bilhões - Pagamento.me
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Adyen se prepara para possível IPO de U$11 Bilhões

Leandro De Andrade

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A Adyen, uma empresa holandesa de processamento de pagamentos, está considerando um IPO que pode valorizá-la entre 6 e 9 bilhões de euros (US $ 7 a US $ 11 bilhões).

A empresa possui escritórios em todo o mundo e atende a mais de 4.500 empresas, incluindo oito das dez maiores empresas de internet dos EUA. Seus clientes incluem Facebook, Uber, Netflix, Spotify, Casper, Bonobos e L’Oréal. Em janeiro, ele ganhou o contrato para fornecer os pagamentos do eBay, superando o PayPal.

Segundo a Reuters , a Adyen pretende abrir o capital em junho, o que seria uma das maiores IPOs na Europa para uma fintech. Enquanto um porta-voz da empresa se recusou a comentar o relatório, várias fontes familiarizadas com o assunto disseram que o Morgan Stanley e o JPMorgan estão agora atuando como coordenadores do acordo, com o ABN Amro, o Citi e o Bank of America Merrill Lynch.

Os bancos também se recusaram a comentar

A empresa está supostamente com inteção de divulgar o anúncio no final de maio, com a possível listagem na Euronext em Amsterdã, em meados de junho.

O tamanho da oferta pode ser de cerca de 15% das ações e vale cerca de um bilhão de euros, segundo as fontes. Em 2016, a Adyen disse que era rentável e as vendas quase dobraram, para US $ 727 milhões. A empresa esperava um crescimento similar para 2017, com os números programados para serem divulgados ainda este mês.

Os atuais investidores da Adyen incluem a Iconiq Capital, que comprou uma participação não analisada em uma avaliação de US $ 2,3 bilhões em 2015, bem como a General Atlantic, a Temasek, a Index Ventures e a Felicis Ventures.

No ano passado, a Adyen anunciou que estava expandindo sua parceria com a Alipay, a maior empresa de e-commerce da China, permitindo que varejistas de todo o mundo aceitassem pagamentos móveis em lojas físicas.

E, mais recentemente, anunciou que está em parceria com a Mi9 Retail, fornecedora de soluções de varejo omnichannel, para permitir que seus comerciantes aceitem pagamentos por meio da mais nova plataforma de pagamentos da Adyen, a Terminal API.

Responsável pela comunicação do portal pagamento.me, apaixonado por marketing digital, mordido pela publicidade, metódico, realista, dedicado e pra sempre aprendiz.

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Presidente Cielo renuncia ao cargo

Redação Pagamento.me

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Em fato relevante nessa manhã, o executivo Eduardo Gouveia, informou que não será mais o presidente da Cielo.

Os motivos, seundo Gouveia, são pessoais. Ele elogiou a empresa e a passagem na empresa:

“Minha passagem pela Cielo foi, certamente, uma das mais ricas de minha vida, no aspecto tanto profissional quanto pessoal. Sair foi a decisão mais difícil que já tomei. Demandou muito tempo e muita reflexão. Aqui na Cielo tive a oportunidade de fazer parte de um time de altíssima qualidade e desempenho, vivenciando um dos momentos de maior transformação da indústria de meios de pagamento. Tenho certeza de que os esforços que empreendemos serão recompensados no futuro em face do compromisso da companhia com a geração de valor aos seus acionistas. Deixo um grupo de colaboradores que tenho como parte de uma grande família, da qual tive orgulho de pertencer. Saio com sentimento de missão cumprida por ter dado passos firmes na direção correta.”

Emoções viram pela frente.

Vimos primeiro no Brazil Journal.

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Global Payments inicia aceitação da bandeira Hiper

Leandro De Andrade

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A Global Payments Brasil disponibilizou em maio para seus clientes a aceitação da bandeira Hiper, do cartão de crédito Hipercard. O serviço está disponível de maneira automática para as transações realizadas nas maquininhas (POS), equipamentos de TEF e soluções de e-commerce da empresa.

Com mais esta ampliação – após a entrada das bandeiras Elo, Alelo, Sodexo e Cabal Vale –, os varejistas se beneficiam ainda mais em oportunidades de negócio e competitividade no setor, além de trazerem mais comodidade aos consumidores.

“Estamos seguindo com nosso plano de aumentar o portfólio de bandeiras e produtos, pensando principalmente nos pequenos e médios varejistas, que é a nossa base de clientes em todo o País”, comenta Marcia Mello, presidente da Global Payments no Brasil. “Esse movimento faz parte da nossa estratégia de expansão regional, visando tanto o aumento de receita quanto de aceitação da marca, e já tem refletido em resultados positivos”, finaliza Marcia.

 

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Mudança no parcelado de cartões divide opiniões

Redação Pagamento.me

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A proposta de mudar o crédito parcelado sem juros nos cartões de crédito, vem dividindo o setor inteiro.

De um lado, as instituições ligadas aos grandes bancos são a favor da criação de um novo crediário, para a diminuição de dias, para o lojista receber os créditos das vendas. A proposta é que os créditos dos lojistas sejam pagos em um tempo menor que os 30 dias atuais. Especula-se algo em torno de D+5.

Os associados à Abipag, formada por novos entrantes do mercado, perderiam nesse formato (de D+5) sua principal fonte de receita, que é a antecipação de recebíveis. E contestam a iniciativa, com a tese que esse parcelado sem juros aumentou a eficiência financeira e controle, já que extinguiu de vez os cheques pré-datados. E que a criação de um novo crediário encareceria a conta para consumidores e lojistas, pois os custos com o uso dos cartões aumentaria.

Se isso acontecer, é fato que o lojista e o consumidor vão abraçar um possível retrocesso em meios de pagamento, iniciando um revival de cheques pré-datados e cédulas, já que o custo vai ficar com alguém. “Life finds a way.”

Essa mudança mexe com toda cadeia: bandeira, adquirente, emissor e varejista. E isso é exatamente o motivo da cautela do Banco Central em finalizar a discussão. O próprio Ilan Goldfajn (presidente do BC) disse na Suíça, que isso é pauta prioritária no órgão.

Afinal, vendas parceladas sem juros representam mais de 50% das vendas com cartão, totalizando R$ 400 bilhões (7% do PIB). O impacto na economia é gigante.

As fintechs de cartões e pagamento teriam nesse novo modelo, um importante desafio. Talvez o maior até aqui.

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