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Banco

Bancos brasileiros lucram na alegria e na tristeza, diz a Economist

Redação Pagamento.me

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A revista britânica destaca a concentração do mercado bancário no Brasil e o papel do governo, que empresta caro a empresas e deixa cobrar caro de consumidores.

Os bancos no Brasil prosperam quando o país vai bem e quando o país vai mal. O fenômeno chamou atenção da revista britânica The Economist, que publicou um artigo no dia 02/08.

Passando pela hiperinflação dos anos 80 e 90, pelo tímido crescimento de 1% do PIB em 2017 e pelo corte de 2,6% para 1,6% da previsão de crescimento para 2018, o texto descreve a economia do Brasil como algo que “tende a extremos”.

Essa “resiliência”, conforme aponta o texto, revela muito sobre o funcionamento da economia do Brasil. O setor bancário do país, afirma a revista, é especialmente concentrado — especialmente após o recuo do banco americano Citigroup e do britânico HSBC. Itaú, Santander, Bradesco, Banco do Brasil, Caixa e BNDES respondem por 82% dos ativos bancários e 86% dos empréstimos.

A revista destaca o papel do governo, que historicamente autoriza empréstimos em condições camaradas para uma minoria de empresas e setores e, ao mesmo tempo, permite altas taxas de juros no crédito ao consumidor, em empréstimos pessoais, cartão de crédito e cheque especial.

Fintechs como Banco Inter, Nubank e Creditas ajudam a tornar o setor bancário mais competitivo, diz a Economist. Mas isso é somente um pequeno respiro. Com atrativos como novas poupanças ou créditos a juros menores, elas conquistam espaço enquanto buscam “incomodar” os operadores. A revista elogia ações do recentes do Banco Central (BC) para diminuir os custos de empréstimos, além do fim da concessão de empréstimos, por bancos estatais, com taxas subsidiadas.

Uma economia mais forte, por sua vez, poderia ser alcançada se as taxas de juros de longo prazo caírem e “se o próximo presidente estiver decidido a controlar as finanças do Brasil”.

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Fonte: ÉpocaNegócios

Banco

Cibercrime prepara amplo ataque a bancos

Leandro De Andrade

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boleto fraude

Evidências mostram que criminosos virtuais estão construindo rede de túneis para roubar informações.

Os criminosos que atuam na internet estão construindo uma ampla rede de túneis escondidos para levar a efeito sofisticados ataques do tipo comando e controle conta bancos e outras instituições financeiras com o objetivo de roubar grande volume de dados pessoais, de acordo com um novo estudo da indústria.

Embora essa modalidade de ataque não seja nova, tem sido notado um aumento em sua incidência desde que a base de dados da Equifax, uma das maiores agências de monitoramento de crédito dos Estados Unidos, foi invadida no ano passado, expondo mais de 146 milhões de dados pessoais, em um dos maiores vazamentos da história.

A maioria desses ataques ficou meses sem ser detectada, segundo o recente “2018 Spotlight Report on Financial Services”, divulgado pelo revendedor de produtos de segurança Vectra. Empregando sua ferramenta de detecção de ameaças, a empresa coletou metadados e tráfego de rede de 4,5 milhões de aparelhos de bancos e instituições financeiras no período de agosto do ano passado a janeiro desse ano.

O resultado foi preocupante, tendo sido encontrado o mesmo tipo do comportamento criminoso que antecedeu o grande ataque do ano passado, com o vazamento de milhões de números de carteiras de motoristas e da previdência social, endereços de e-mails e outras informações pessoais. Esse imenso roubo permaneceu sem ser notado por 78 dias.

Os túneis escondidos devem ser protegidos o tempo todo. Diversos desenvolvedores colocam buracos nas barreiras de proteção para fazer um acesso mais fácil para seus aplicativos, mas esses mesmos buracos podem ser explorados pelos hackers.

Na visão de Will LaSala, diretor de Soluções de Segurança da OneSpan, “ao empregar as ferramentas de desenvolvimento apropriadas, os desenvolvedores podem encriptar e formatar os dados que passam através desses buracos”, lembrando que às vezes a pressa de implementar novas funções para manter os consumidores ou
aumentar os negócios leva a situações nas quais um túnel escondido é criado e fica sem a necessária segurança.

O especialista recomenda o emprego pelos desenvolvedores de comunicação segura por meio de API (Application Programming Interface) por permitir que os dados sejam encriptados antes que a camada de rede seja aplicada, o que frequentemente protege os aplicativos de serem infectados por vírus que exploram esses buracos.

“A adoção de uma abordagem em camadas nas aplicações pode não somente parar os ataques em andamento, tais como esses visando os tuneis escondidos, mas também evitar que novas tentativas criminosas sejam bem-sucedidas contra um aplicativo protegido”, finaliza LaSala.

Fonte: ITForum 365

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Adquirentes

Os consumidores têm altas expectativas de seus aplicativos de banco digital

Shares Facebook Twitter LinkedIn Os consumidores querem que os bancos façam mais do que apenas segurar seu dinheiro. Eles querem que seus bancos os ajudem a atingir suas metas financeiras. De fato, um novo relatório de consumo da CSI mostra que 83% dos consumidores americanos concordam com essa afirmação. Esse número saltou para 87% para os consumidores […]

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Redação Pagamento.me

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Shares Facebook Twitter LinkedIn Os consumidores querem que os bancos façam mais do que apenas segurar seu dinheiro. Eles querem que seus bancos os ajudem a atingir suas metas financeiras. De fato, um novo relatório de consumo da CSI mostra que 83% dos consumidores americanos concordam com essa afirmação. Esse número saltou para 87% para os consumidores […]

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Banco

Pagamento móvel na China mantém rápido crescimento

Leandro De Andrade

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Os pagamentos móveis na China mantiveram um rápido crescimento no segundo trimestre de 2018, mostraram os dados do banco central.

Os bancos do país processaram 14,92 bilhões de transações do tipo no período, um crescimento anual de 73%, de acordo com o Banco Popular da China.

As transações somaram 62,88 trilhões de yuans (US$ 9,15 trilhões), uma alta anual de 60%.

A indústria de pagamento online da China cresce rápido nos últimos anos em meio à crescente disponibilidade de smartphones.

Quanto às instituições não bancárias, os pagamentos online somaram 48,29 trilhões de yuans no segundo trimestre, um crescimento anual de 53,35%.

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