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Conductor está com sede de inovação.

Redação Pagamento.me

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A Conductor é uma empresa líder em tecnologia de meios de pagamento e está com sede de inovação. Ela foi uma das apoiadoras do Innovation Pay, no ano passado.

Ela presta serviços high-tech para o mercado de Cartões de Crédito e Meios Eletrônicos de Pagamento, com soluções completas e homologada para processar cartões das bandeiras Mastercard, Visa, Elo e Goodcard, inclusive com opções para processamento de cartões Private Label e Open Private. Desde o varejo, até o segmento financeiro, a Conductor consegue atuar com um dos grandes agentes para viabilizar soluções de pagamento no país.

Este ano o planejamento está orientado pela integração do mundo físico ao digital a fim de melhorar a experiência do cliente final. O desafio constante da empresa é empoderar o cliente e proporcionar uma experiência incrível, para que, dessa forma, a Conductor alcance engajamento de colaboradores e do cliente final na utilização e divulgação em produtos e serviços oferecidos. Com 20 anos de experiência no mercado, a companhia desenvolveu um modelo único e inovador de atuação, com soluções arrojadas e uma plataforma própria conhecida pela sua flexibilidade. São mais de 90 mil pontos de venda integrados na plataforma, com abrangência nacional, para operar os mais de 40 milhões de cartões cadastrados.

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Sede da Conductor em São Paulo. Foto: Reprodução

Focados no bem estar das pessoas e guiados pela ética, a Conductor incentiva novas ideias, troca de conhecimento, autodesenvolvimento, colaboração, transparência e respeito mútuo. A empresa está sempre conectada e atenta ao cliente e ao mercado, buscando novidades para oferecer atendimento mais qualificado.

É expressivo o crescimento da Conductor. Nos últimos anos importantes aquisições foram realizadas no segmento e, além disso, a base de clientes ativos foi ampliada. A distribuição aconteceu em segmentos como varejo, financeiras, instituições de pagamento e distribuidoras.

“Com os projetos em andamento e conquistas comerciais recentes, pretendemos superar a marca de 100 clientes ainda este ano. As transações financeiras processadas pela Conductor cresceram 61,5% em 2016 e a projeção para 2017 é de crescer mais de 40,0%, superando a marca de R$ 23 bilhões em movimentação financeira no ano”, comenta Anderson Olivares, diretor da empresa.

Empresa investe na Startup IZIO

Nos últimos anos, a companhia construiu um ecossistema onde o cliente define como utilizar a plataforma, de forma modularizada, onde as funcionalidades são oferecidas por interfaces na Conductor ou realizadas na estrutura do cliente. Tudo pode ser feito de forma flexível na iniciação do projeto, o que permite que mudanças aconteçam a qualquer momento, de acordo com a necessidade. A IZIO é conhecida como a mais nova unidade de negócio da empresa. Consiste numa solução de fidelização de clientes para lojistas que buscam conhecer melhor seu público-alvo e gerar fidelização, engajamento e aumento de vendas, por meio de um atendimento altamente especializado. Para Antonio Soares, CEO da Conductor, “a aquisição está alinhada com a estratégia da companhia em trazer soluções de alto valor agregado para a cadeia de meios de pagamento, melhorando a experiência dos portadores de cartões no varejo e impulsionando a rentabilidade dos nossos clientes“, comenta.

Em fevereiro de 2017, a empresa realizou o Tech Experience by Conductor, em parceria com o Centro Universitário de João Pessoa (UNIPÊ) e com apoio da Microsoft, que ministrou palestras durante o evento. Além disso, a Conductor promoveu o Hackathon, uma maratona de programação e desenvolvimento de soluções. Como premiação, a Microsoft ofereceu cursos e a Conductor abriu processo seletivo com 30 vagas para contratar desenvolvedores em sua filial de João Pessoa.

Os maiores desafios para 2017 incluem o lançamento de uma nova vertical para revolucionar o mercado de pagamentos com mobilidade e expandir a operação em novas localidades e em novos segmentos de negócio.

Que ótimo Conductor!

O site Pagamento.me é um canal independente de notícias e tendências do mercado de meios de pagamento.

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Banco Inter vazou dados de quase 20 mil clientes, diz investigação do MP.

Redação Pagamento.me

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banco inter

O Banco Inter vazou dados pessoais de 19.961 correntistas, de acordo com uma investigação do Ministério Público do Distrito Federal e Territórios (MPDFT). A Comissão de Proteção dos Dados Pessoais moveu nesta segunda-feira (30) uma ação civil pública contra a instituição financeira, que pode ser condenada a pagar uma indenização de R$ 10 milhões.

Vazamento de dados do Banco Inter

A história começou em maio, quando um hacker divulgou um arquivo criptografado de 40 GB que supostamente teria informações pessoais de clientes do Banco Inter. Dados como senha, código de segurança (CVV), e-mail, telefone e endereço, bem como CPF, RG, CNH, declaração de imposto de renda e fotos de cheques para compensação via aplicativo estariam no vazamento.

Na época, o banco declarou que “não houve invasão e tampouco comprometimento dos sistemas de segurança”. Em comunicado ao mercado, afirmou que a notícia do vazamento era “inverídica, com conteúdo técnico questionável e impreciso, publicada com o objetivo exclusivo de prejudicar a reputação do banco”. Disse ainda que a divulgação de “notícias falsas ou fatos verdadeiros truncados ou deturpados” a respeito de instituição financeira era crime.

Investigação do MPDFT e do Banco Central

Após uma investigação, o MPDFT “constatou o comprometimento dos dados cadastrais de 19.961 correntistas do Banco Inter”, sendo que “13.207 contêm dados bancários, como número da conta, senha, endereço, CPF e telefone”. Correntistas de outros bancos que fizeram transações com clientes do Inter também foram afetados. O MPDFT confirmou ainda que houve vazamento da chave de criptografia privada do banco.

“O Banco Central do Brasil confirmou o incidente de segurança, bem como o Centro de Proteção, Análise, Difusão e Segurança da Informação – CI deste Ministério Público constatou que os certificados contidos no arquivo são relativos ao Banco Inter e são compatíveis com as chaves pública e privada”, diz o MPDFT na ação civil pública.

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Vazamento de chave de criptografia privada do Banco Inter

Censura contra pesquisador de segurança

Na ação, o MPDFT informa que uma das testemunhas “supostamente foi ameaçada por representantes do Banco Inter para encerrar uma investigação informal que realizava sobre o incidente de segurança”. A vítima teria recebido um telefonema em seu celular pessoal de um homem ligado aos acionistas da instituição financeira, que é controlada pela construtora MRV.

“Disse que o banco me acusaria como o invasor (criminoso), que eu sofreria busca e apreensão de bens meus, que minha reputação profissional seria maculada, que eu teria grandes despesas com advogado dentre outras consequências negativas. […] Um dos trechos que mais me chamou a atenção foi ele me dizer que ‘(…) você não trabalha para a imprensa, não tem sigilo de fonte, não tem proteções que a imprensa tem’. Foi uma clara ameaça”, disse a vítima em depoimento ao MPDFT.

Indenização por danos morais coletivos

Em nota, o MPDFT pede que a ação seja julgada com a condenação do Banco Inter em R$ 10 milhões, a título de indenização por danos morais coletivos, “em razão de não ter tomado os cuidados necessários para garantir a segurança dos dados pessoais de seus clientes e não clientes”. Caso o banco seja condenado, o valor será revertido ao Fundo de Defesa de Direitos Difusos (FDD).

O promotor de justiça Frederico Meinberg diz que “as tentativas de encobrir o incidente de segurança, promovidas pelo Banco Inter, geraram prejuízos morais e insegurança aos clientes, não clientes, investidores, acionistas, ecossistemas de Fintechs e Startups brasileiros de dados, bem como na confiabilidade da migração dos serviços de processamento, armazenamento e de computação em nuvem das instituições financeiras”.

Fonte: TecnoBlog

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Aspectos gerais da lei de proteção de dados no Brasil

Redação Pagamento.me

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No último dia 10 de julho o plenário do Senado Federal aprovou, por unanimidade, o PLC 53/2018, que, caso venha a ser sancionado pelo Presidente da República, será a primeira normativa brasileira a legislar o tratamento de dados pessoais de forma geral, o que atualmente ocorre de forma esparsa em setores específicos.

A Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD) é resultado de um longo debate legislativo.  Uma vez sancionado, esse importante marco legal colocará o Brasil no mesmo patamar legislativo de outras potências mundiais, como é o caso dos países da União Europeia, cuja regulamentação sobre proteção de dados, a General Data Protection Regulation (GDPR), entrou em vigor em maio deste ano, trazendo uma série de modificações quanto ao modo como os dados dos cidadãos europeus são tratados no mundo inteiro.

A LGPD brasileira foi fortemente influenciada pelo regulamento europeu, como se pode observar na figura do “Encarregado da Proteção de Dados Pessoais” (equivalente ao Data Protection Officer da GDPR), que precisa ser nomeado por todas as empresas responsáveis por tratamentos de dados.  Outras similaridades entre as leis brasileira e europeia são a necessidade de autorização expressa do detentor do dado para seu tratamento e as sanções de alto valor monetário (a LGPD prevê multa de até R$ 50 milhões por infração).

Do ponto de vista material, a LGPD será aplicável a qualquer pessoa, natural ou jurídica, de direito público ou privado, que realize tratamento de dados pessoais em território nacional ou que utilize dados de indivíduos localizados no território nacional ou coletados em território nacional. A lei se aplica, ainda, nos casos em que a atividade de tratamento de dados pessoais tenha por objetivo ofertar bens ou serviços em território nacional.

O uso de dados pessoais por pessoa natural para fins particulares e não econômicos, assim como o uso para fins jornalísticos, artísticos e acadêmicos, não está sujeito às restrições da LGPD.

Caso a LGPD seja sancionada sem alterações, o período de adaptação será de 18 meses – inferior ao do GDPR na União Europeia, que foi de 2 anos.  A nova regulamentação demandará esforços significativos de adequação, mas certamente trará benefícios em termos de uma maior segurança quanto ao uso correto e consentido dos dados de cidadãos e empresas, além de facilitar a troca de informações e a realização de transações com países que já possuem esse tipo de regulação.

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Fim do dinheiro: ilusão ou realidade?

Redação Fialdini Advogados

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Você sabia que tem um projeto de lei que aguarda designação de relator na Comissão de Finanças e Tributação – nº 48/2015, do deputado Reginaldo Lopes, do PT/MG – que tem como objetivo extinguir a produção, circulação e uso do dinheiro em espécie, além de determinar que as transações financeiras se realizem apenas através do sistema digital?

Sob o ponto de vista da economia que seria gerada pela não confecção da cédula em papel ou de moeda, este projeto seria absolutamente adequado.

Para se ter noção do custo envolvido na produção de dinheiro no país, em 13 de abril de 2017, houve a celebração de dois contratos entre o Banco Central e a Casa da Moeda: a) um contrato de R$ 279,14 milhões para a produção de 980 milhões de cédulas; b) e um outro contrato de R$ 272,5 milhões para a fabricação de 660 milhões de moedas*.

Mas não é só. Impossível ignorar que o fim do dinheiro em espécie traria maior rastreabilidade das operações, o que, em tese, diminuiria a possibilidade prática de ilícitos (dentre eles, sonegação fiscal, tráfico de drogas e armas, etc).

Apesar destes pontos favoráveis, não podemos esquecer que o Brasil é um país com diferenças culturais e econômicas imensas, por isso uma conduta desta magnitude serviria para restringir a participação de pessoas – que não possuem celular e uma conta bancária – na economia.

Estaríamos falando da exclusão de aproximadamente 50 milhões de pessoas** que seriam sub-bancarizadas ou não bancarizadas cuja composição principal é de: a) trabalhadores com ou sem carteira assinada que só recebem em dinheiro em espécie; b) negativados; e c) indivíduos que moram em municípios que não possuem agências bancárias ou possuem dificuldade para utilizar bancos.

Ao invés de se pensar na extinção do dinheiro em espécie, parece-nos mais razoável a postura que vem sendo adotada pelo Banco Central no sentido de deixar mais acessível a utilização de meios eletrônicos no ato do pagamento para aquisição de bens e serviços ao estabelecer novas regras para o rotativo do cartão de crédito, acompanhar o fenômeno das moedas virtuais e, mais recentemente, criar grupo de estudo para verificar os impactos de um eventual estímulo na utilização do cartão de débito pelos usuários e a redução do custo na utilização deste para os lojistas.

Assim, diante deste panorama, acreditamos que, por enquanto, é inviável o fim do dinheiro em espécie, sendo a melhor opção manter todos os meios de pagamento físico e virtual para que os usuários não só participem ativamente da economia, mas também tenham a liberdade de escolher qual a forma de pagamento a ser utilizada.

* http://revistapegn.globo.com/Administracao-de-empresas/noticia/2017/04/fabricar-dinheiro-na-casa-da-moeda-do-brasil-e-ate-41-mais-que-caro-que-fazer-na-suecia.html. Acesso em: 28 de dezembro de 2017.

**http://www.gazetadopovo.com.br/economia/nova-economia/fintechs-podem-ajudar-a-atender-os-50-milhoes-de-brasileiros-desbancarizados-04lw9stb912d2r2djr6cg0nzi. Acesso em: 28 de dezembro de 2017.

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