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Elopar lança o “Digio”, cartão para brigar com Nubank

Redação Pagamento.me

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Elopar lança o Digio, o concorrente do Nubank.

Criada através da holding do Bradesco e BB, o grupo Elopar é um dos maiores conglomerados do Brasil. Dentro dele, empresas como Alelo (líder de mercado), Stelo (subadquirente) e Livelo (fidelidade), são os motores do grupo para mover boa parte do mercado financeiro no país. Lá dentro, eles também têm um banco, o CBSS, que acabou de “parir” seu novo filho, o Digio.

O Digio vai conseguir seguir os passos do Nubank?

Alguns palpites enxergam que o Nubank está perto de 1 milhão de cartões emitidos. E ainda tem a fila de espera, que chega às dezenas de milhares. Não há dúvida sobre a escala do “roxinho”. Ele provou algo que bancos até então, não olhavam como um negócio 100% digital.

Há quem diga: “ah mas os bancos já tinham cartões sem anuidade. O que ele fizeram foi somente empacotar isso num aplicativo bonitinho.”
Se a gente olhar os números captados pela empresa e a velocidade de crescimento da carteira de clientes, a combinação parece um tanto complexa de se criar uma fórmula. Não há dúvida que a combinação de conceitos do Vale do Silício (David Vélez, co-fundador da empresa, era responsável pelo fundo Sequoia no Brasil) mais uma potente estratégia de marketing, pode sim criar um pequeno gigante e o Nubank, já é um grande case de aquisição de cliente.
Além de serem a fintech mais expressiva da América Latina, o Nubank ainda prepara novas viradas de chave, que vão mudar o jogo completamente, pelo menos para o modelo digital financeiro. Eles conseguiram provar que a emissão massiva de cartões, pode ser feita através de tecnologia e não somente de distribuição de pontos de venda.  Isso os bancos tradicionais terão que aprender.
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Grupo Elopar. Fonte: BB

O Digio

O Digio, que tem um respaldo financeiro potente por trás e chega no mercado brasileiro com um grande caminho pela frente, num modelo já testado e validado pelo Nubank, pela startup ContaUm (que divulga ter milhares de cartões emitidos) e também pela chegada de novos bancos como Neon e o próprio Original. O Digio, que foi anunciado ontem, chega com esse respaldo econômico e com o suporte da Visa, exatamente no contraponto do Nubank (que tem a Mastercard do lado). Apesar da Elopar ser formada por Bradesco e BB, a empresa seguirá independente, funcionando dentro da holding assim como as outras empresas do grupo. Como uma divisão do banco CBSS.
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Cartão + APP. Reprodução: Digio.com.br

Diferente do Nubank, o Digio não precisa de convite para aprovar usuários. Assim como os aplicativos já disponíveis do mercado, o Digio faz todo processo de cadastro e gestão financeira dos gastos através de um aplicativo. E não vai cobrar tarifas.
Esse é um teste (que o Nubank terá) e uma briga que vamos gostar de assistir. De fato, em termos de comunicação, pode embolar um pouco o jogo (no público alvo) de ambos os cartões. Mas é muito importante o Digio ter na cabeça, que esse é um jogo de produto e marketing.

O site Pagamento.me é um canal independente de notícias e tendências do mercado de meios de pagamento.

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A nova fintech dos fundadores do Pagar.me

Redação Pagamento.me

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pagar.me fundadores

Os fundadores do Pagar.me, Henrique Dubugras e Pedro Franceschi têm um novo negócio.

*Atualizado 19/06/2018

Prodígios, lançaram a empresa em 2013 quando ainda tinham apenas 18 anos. Viraram notícia, porque conseguiram desenvolver um facilitador de pagamentos diferente: moderno e pensado no usuário, especialmente naqueles de tecnologia. Ganharam prêmios como Spark Awards (da Microsoft) e The Innovation Project 2014 (em Harvard). Era raro de se ver, especialmente pela idade dos dois.

Dos desbloqueios de iPhone aos fundos de investimento

O sucesso dos garotos chamou atenção do mercado e obviamente, dos tubarões. Depois de receberem investimento da Grid Investments, fizeram um acordo com a Arpex Capital de André Street. Daí por diante, a empresa recebeu suporte financeiro e operacional, para crescer para centena de colaboradores e milhares de clientes. Também veio o suporte da Stone, adquirente lançada pelo grupo e a mentoria de um grupo de empreendedores que conhecia o mercado de pagamentos como ninguém. A dose até parecia ter sido demais, já que na época, a solução desenvolvida pelos jovens empreendedores era superior inclusive, as do próprio grupo, que incluía soluções como Mundipagg e Moip (onde a Arpex tinha participação).

Era o que qualquer empreendedor sonhava: lançar algo de sucesso e fazer o negócio crescer com um sócio forte. Mas não parecia o suficiente para os dois.

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Fundadores do Pagar.me em premiação de Harvard. (Arquivo Pessoal)

Fato é que o desejo dos dois empreendedores de estudar fora, falou mais alto. Venderam a empresa para a Stone e sua holding, fizeram as malas para estudar em Stanford e agora, vão empreender novamente. Só que dessa vez, no mercado mais competitivo do mundo: o americano.

Brex, a nova fintech dos fundadores do Pagar.me

A carreira de Pedro e Henrique nem são tão meteóricas assim. O dois, apesar da pouca idade na fundação do Pagar.me, já haviam empreendido (e aprontado) antes. Veja esse vídeo do Pedro Franceschi no TEDx e entenda.

Agora, eles preparam uma nova “porrada”.

Eles estão há alguns meses trabalhando no projeto Brex, que ainda está sendo mantido em segredo, mas já recebeu investimento pessoal de Peter Thiel e Max Levchin (co-fundadores do PayPal), Carl Pascarella (ex-CEO da Visa), Yuri Milner (investidor do Facebook), do fundo Ribbit Capital, da Y-Combinator e pelo que foi pesquisado, dos fundadores da 3G Capital.

Investidores de peso já estão on board! (Foto: Pitchbook)
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Investidores de peso já estão on board! (Foto: Pitchbook)

A Brex, ao que tudo indica é uma fintech que gerencia processos de pagamento de despesas corporativas, contabilidade, emite cartão empresarial e provê outros serviços essenciais para empresas. A sede da Brex, na Market Street (coração de São Francisco-USA),  já tem quase 20 colaboradores e está atrás de diversos engenheiros para ajudar na construção dessa nova fintech.

No dia 19/06 às , depois da nossa divulgação, a empresa divulgou ao mercado investimento total de U$57 milhões.

Vem coisa boa aí.

Go boys!

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IBM compra fintech

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Leandro De Andrade

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Sexta-feira difícil para o segmento

Rodrigo Dantas

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Nem é Sexta 13. Mas hoje o dia está difícil para fintechs.

O Neon, banco digital paulista, sentiu o peso da caneta do Banco Central, ao receber a liquidação das operações hoje, às 08h da manhã. Bomba.

Neon e o Banco Central

A ação do banco central, foi especialmente sobre o Banco Neon SA, antigo Banco Pottencial de Minas Gerais, que dava suporte e a carta patente para a Neon Pagamentos SA (essa sim, fintech) a operar os serviços financeiros numa joint venture. Existem duas empresas nessa história: Banco Neon e Neon Pagamentos.

“Nenhuma fintech está sendo liquidada, e inclusive todas as operações da Neon Pagamentos estão sendo preservadas,” o Banco Central disse ao Brazil Journal. “Ela é livre para buscar outras parcerias com outras instituições financeiras.”

Segundo o BC, Conrade “não tem nem uma ação do Banco Neon. São os controladores do Neon que têm uma participação minoritária na Neon Pagamentos.”

Mesmo com a confusão do mercado (e desespero de milhares de clientes), é uma notícia que abalou o mercado hoje pela manhã.

Banco Inter e o vazamento de dados

Outra que doeu, foi o vazamento de dados divulgado pelo Tecmundo. 100 mil clientes foram expostos, segundo o hacker “John” que pediu resgate em bitcoins. Adivinha o que aconteceu com as ações do Inter, depois da notícia?

Em comunicado, feito na página do Facebook, o banco publicou:

“Esclarecemos que o Banco Inter foi vítima de tentativa de extorsão e que imediatamente constatou que não houve comprometimento da segurança no ambiente externo e nem danos à sua estrutura tecnológica. O fato foi comunicado às autoridades competentes e a investigação já está em andamento.

Trabalhamos com as melhores tecnologias de segurança digital e seguiremos com investimentos constantes para oferecer a melhor experiência para os nossos clientes.”

Desejo boa sorte ao Neon ao Inter. Esse é um momento duro para inovação. Independente dos fatos e apurações, onde o Banco Central sempre foi eficiente nas decisões, essa é o que podemos chamar de Sexta Feira complicada para as Fintechs.

….

Recomendo a leitura do excelente Brazil Journal, que fez um matéria legal sobre o caso do Neon.

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