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Notícias de Pagamento

Empresas de cartão de crédito estão removendo os requisitos de assinatura

Leandro De Andrade

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A partir de hoje, três grandes empresas de cartão de crédito dos EUA – Mastercard, American Express e Discover – estão removendo a exigência de uma assinatura de cliente ao fazer compras na loja. O Verge confirmou que a Visa vai apresentar a mesma alteração no final deste mês.

Sistema cada vez mais arcaico, as assinaturas vêm sendo eliminadas há anos, principalmente graças ao chip EMV e à tecnologia de pagamento sem contato. Hoje no Brasil é cada vez mais raro esta modalidade e por incrível que pareça, estamos na frente de países, como Estados unidos. A Mastercard diz que mais de 80% das transações que a empresa processa não precisam de uma assinatura.

Alguns grandes varejistas, incluindo o Walmart, já pararam de registrar assinaturas na maioria das transações. Mas as empresas de cartão de crédito estão apenas tornando-as opcionais – caberá aos próprios varejistas se desejam continuar usando o sistema.

A remoção da necessidade de assinaturas deve acelerar as linhas de check-out nas lojas, incentivar os comerciantes a migrar para o EMV e substituir a verificação de assinatura por uma tecnologia mais avançada e segura.

“Esta é uma boa jogada tanto para os consumidores quanto para os comerciantes, pois isso acelerará a experiência de compra na loja”. Jack Jania, vice-presidente sênior de alianças estratégicas da Gemalto.

A mudança também eliminará a necessidade ocasional de uma assinatura ao comprar itens acima de US $ 50 usando o Apple Pay.

“O cenário de pagamentos evoluiu a ponto de agora podermos eliminar esse problema para os nossos comerciantes”, disse Jaromir Divilek, vice-presidente executivo de negócios de rede global da American Express.

“Nossas capacidades de fraude avançaram para que as assinaturas não sejam mais necessárias para combater a fraude.”

A American Express está removendo a exigência de assinatura nos EUA e em outros países ao redor do mundo, enquanto a alteração da Mastercard afeta apenas os Estados Unidos e o Canadá. Os usuários do Discover não precisarão assinar seus nomes nos EUA, Canadá, México e Caribe, e a Visa está tornando-o opcional na América do Norte.

As assinaturas ainda são usadas principalmente nos EUA. A maioria dos outros países, como o Reino Unido e Brasil, mudou para a autenticação de chip e PIN anos atrás.

Responsável pela comunicação do portal pagamento.me, apaixonado por marketing digital, mordido pela publicidade, metódico, realista, dedicado e pra sempre aprendiz.

Inovação

China coloca os dois pés em fintech no país.

Redação Pagamento.me

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tencent

A Tencent (gigante…gigante mesmo), anunciou a compra de 5% do Nubank (maior fintech brasileira).

Esse é um sinal claro, de que nenhum banco brasileiro (ou americano), será capaz de comprar a fintech brasileira no futuro. Era claro, pelo menos para os entusiastas de inovação e venture capital brasileiro. “Para comprar o Nubank, tem que ser alguém muito grande”. E não existe algum mercado com mais grana que os investidores chineses.

Por que a China coloca os dois pés em fintech no país? Por que eles já haviam comprado a 99 em sua totalidade. Agora entram de cabeça no Nubank, com U$200 milhões. Vale frisar que a 99 é fintech, já que o principal modelo é ganhar dinheiro (%) no fee com os pagamentos. 

Essa deve ser a hora em que os banqueiros da paulista devem se reunir e perguntar para as áreas de inovação: “Não é melhor olhar isso?”

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Adquirentes

Stone anuncia IPO.

Redação Pagamento.me

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Era esperado e agora, não é mais rumor. A Stone vai para o IPO.

O public filling de ontem (01/10/2018) anunciou a entrada da Stone na Nasdaq. Itaú BBA, Credit Suisse, Morgan Stanley, Bank of America Merrill Lynch, Goldman Sachs, JPMorgan e Citigroup vão coordenar a operação.

Números da Stone

TPV: 74 bilhões

Receita – 6 primeiros meses 2018: R$637 milhões

Market Share: 5,4%

Qtde de clientes: 200.000

A empresa fundada por André Street e Eduardo Pontes vai à Nasdaq nos próximos dias.

Acompanhe o filling completo nesse link.

 

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Inovação

Por que o Stripe vale U$20 bilhões?

Redação Pagamento.me

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Essa é uma pergunta que o mercado de pagamentos sabe reproduzir bem.

Depois do anúncio da rodada de U$245 milhões, impulsionando o valuation da empresa para U$20 bilhões, as coisas começam a ficar claras no mercado de pagamentos mundiais: vai haver uma consolidação. O Stripe (presente em mais de 130 países), vem fazendo uma ótima campanha de crescimento, com uma forte gestão, com um “produto matador”.

Não há combinação melhor, para uma empresa de tecnologia: mercado grande, produto de alta escala, que resolve problema.

stripe

O Stripe Terminal está no Beta. (Foto: Stripe)

Os concorrentes, Adyen, Paypal, Alipay entre outros, olham a empresa como um grande benchmarking, especialmente pelo drive do time em tecnologia. Alguns dos melhores engenheiros, data scientists, gerentes de produto e pessoas de finanças estão lá. E antes mesmo que os rumores de um possível IPO aconteça, os fundadores se preocupam em consolidar parte da estratégia de crescimento em novos mercados e agora, em POS inteligentes (Stripe Terminal). Isso é uma ameaça clara à Square e à FirstData (com o Clover).

Com pouco mais de 1300 colaboradores, o Stripe é uma baita empresa, com grande foco no usuário e em times de tecnologia. Fundada por imigrantes irlandeses em 2010, a empresa é um modelo de produto.

A empresa não divulga os números de processamento, faturamento, mas o mundo inteiro está de olho nessa super fintech que vem mostrando que o jogo mudou de mãos. E agora está mais claro, que não se trata de mais uma empresa “sexy do Vale do Silício”.

No Brasil, o Stripe ensaiou uma entrada tímida, há 3 anos, com um executivo brasileiro, só que o foco de mercados como a Europa e Ásia, dificultou o olhar para o Brasil. Para se ter uma ideia, no Brasil a solução veio sem boletos e sem parcelados (o Brasil não é fácil!) naquele momento. O aconteceu depois disso é que a empresa deu um passo para trás no país, remodelou a estratégia e que pelo que sabemos, vão voltar novamente com um novo modelo, focado em developers e na comunidade de tecnologia.

O Paypal, que adquiriu a Braintree, a Venmo e a IZettle é um caso clássico de tentativa de consolidação de mercados através de M&A. O Stripe adquiriu 7 empresas (não necessariamente de pagamentos), para adquirir inteligência não clientes. O negócio do Stripe é escalar onde mais dói. E isso eles sabem bem.

Recentemente, Uber e Google (!) anuciaram que vão usar o sistema de pagamentos da empresa. Isso vale U$20 bilhões.

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