Fintech oferece o desconto em folha como meio de pagamento
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Inovação

Fintech oferece o desconto em folha como meio de pagamento

Leandro De Andrade

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O mercado de crédito consignado, modalidade com desconto em folha de pagamento, tem consistentemente se mostrado uma alternativa de crédito sustentável e popular no Brasil. Apenas em 2016, somou R$ 288,6 bilhões em todo o país, segundo dados divulgados pelo Banco Central. O estoque registrado representa um adicional de R$ 14,7 bilhões em relação ao mesmo período do ano anterior. Porém, os servidores públicos representaram uma parcela de 59,9% (R$ 172,8 bilhões) do total de consignados concedidos no Brasil, os beneficiários do INSS somam 34,05% (98,3 bilhões), enquanto os trabalhadores do setor privado apenas 6,04% (R$ 17,4 bilhões).

A fintech do desconto em folha

É um mercado crescente, mas mudar o perfil dos tomadores de crédito para um cenário ainda mais otimista é um dos objetivos da Zetra, uma fintech líder no seu segmento de atuação. A empresa está ajudando a reinventar e aprimorar o consignado no Brasil e, mais recentemente, ao redor do mundo, por meio de sua spinoff, a SalaryFits. A empresa acredita que todo indivíduo que tem um emprego estável merece ter acesso a crédito e outros produtos financeiros com juros mais baixos e sustentabilidade.

A perspectiva de integração entre empregados, empregadores e instituições financeiras abre um interessante e eficiente canal para a oferta de diferentes produtos, que podem envolver desde empréstimos até mesmo previdência, plano de saúde e seguros. Antenada nas tendências de mercado e na urgência por mecanismos de desintermediação e facilitação de pagamentos, a Zetra agora antecipa o futuro e foca na expansão de ofertas de outros produtos em seu já extenso portfólio, sempre com o enfoque de empoderar trabalhadores por meio de seu salário.

“Em tempos de crise, o empréstimo consignado reafirma-se como uma oportunidade para o cidadão equacionar suas dívidas com juros abaixo da média. Além de taxas mais atrativas, este tipo de operação ainda reduz os riscos de inadimplência e contribui para a estabilização do bem estar financeiro dos consumidores”, avalia Rosy Araujo, presidente da Zetra. A empresa faz a gestão deste tipo de crédito para mais de 300 empresas privadas e órgãos públicos que representam uma base de 5 milhões de contratos de consignados firmados por meio da plataforma eConsig.

O eConsig é uma plataforma que faz a gestão de benefícios consignados, que são descontados em folha de pagamento. Na prática, trata-se de um canal de comunicação entre o empregado e a instituição financeira através da relação que eles têm com o empregador. Na comparação com outras modalidades de crédito, na média, o consignado tem taxa de juros mensal de 2,5% (ou 30% ao ano), frente aos 5,5% cobrados pelos bancos em um empréstimo pessoal (90% ao ano). O volume de consignado gerenciado pela plataforma eConsig é próximo ao valor concedido pelo Banco do Brasil (R$ 63,6 bilhões), o líder deste tipo de operação no país.

Mercado internacional

Ciente dos benefícios do modelo do consignado a Zetra lançou a spin off SalaryFits, que tem como objetivo contribuir para o aprimoramento do bem estar financeiro de consumidores ao redor do mundo, e já tem presença em diferentes países como Reino Unido, Itália, Portugal, Índia e México. A empresa tem, de forma muito bem sucedida, levado o desconto em folha como um meio de pagamento e tem sido, em pouco tempo, reconhecida como uma inovadora solução de inclusão financeira. Recentemente, por exemplo, fora escolhida pela Universidade Católica de Milão como a Fintech mais interessante no espaço de crédito pessoal na Itália.

“Na nossa experiência internacional, tivemos a certeza de que a plataforma é capaz de promover uma plena inclusão financeira, influenciando o acesso da população a produtos, serviços e bens, desde as necessidades mais básicas até as mais complexas.Temos a visão de incluir o desconto na folha de pagamento na vida das pessoas como um benefício a ser oferecido aos empregados de forma a empoderá-los e a contribuir para sua tranquilidade financeira”, explica Délber Lage, CEO da SalaryFits no Reino Unido.

Segundo pesquisas, o estresse financeiro gera custos altíssimos e perdas significativas de produtividade, que afetam os indivíduos, as empresas e a sociedade como um todo. A Zetra quer fazer parte dessa mudança, ao tornar o crédito e outros produtos financeiros, como seguro e planos de saúde, mais sustentáveis e inclusivos. Com a plataforma digital, o empregado de uma empresa passa a ter à disposição ofertas de diversas instituições financeiras por meio do desconto na folha de pagamento, que reduz taxas de juros, reduzindo a inadimplência e a burocracia.

“O desconto na folha pode se tornar um meio de pagamento que, sem dúvidas, proporcionará uma redução do risco, da taxa de juros para os consumidores, assim como também possibilitará o controle da situação financeira de forma mais responsável e sustentável, tanto para os consumidores, quanto para as instituições financeiras”, avalia Délber Lage.

Conheça mais sobre a Zetra e no evento Innovation Pay que acontecerá no dia 31 de agosto. Saiba mais pelo sitehttp://innovationpay.com.br

Responsável pela comunicação do portal pagamento.me, apaixonado por marketing digital, mordido pela publicidade, metódico, realista, dedicado e pra sempre aprendiz.

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Banco

Banco checo introduz biometria de voz para autenticação de clientes em call center

Redação Pagamento.me

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O maior banco da República Tcheca, Česká spořitelna, lançou a tecnologia de biometria de voz da Nuance Communications, permitindo que os clientes se identifiquem simplesmente falando.

A tecnologia significa que os clientes da Česká, propriedade do Erste Bank, não precisam mais lembrar de respostas para questões de segurança, PINs ou senhas. 

Em vez disso, eles são autenticados por meio de conversas naturais com um agente de call center, com a tecnologia da Nuance trabalhando em segundo plano para medir as características físicas e comportamentais das vozes dos chamadores, combinando-as com gravações de voz exclusivas gravadas. 

“A tecnologia elimina a inconveniência da autenticação. Ela será mais rápida, mais segura e mais fácil para os clientes do que ter muitas senhas diferentes. Isso também significa que nossos colegas podem se concentrar em ajudar os clientes com suas necessidades bancárias em vez de lidar com senhas”, diz Bohuslav Hruša, especialista em infra-estrutura digital, Česká.
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Inovação

1 milhão de pessoas testam o serviço de pagamentos do WhatsApp na Índia

Redação Pagamento.me

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O WhatsApp anunciou que quase um milhão de pessoas na Índia estão testando o serviço de pagamentos do WhatsApp.

A empresa está trabalhando com o governo da Índia, NPCI e vários bancos para expandir o recurso para mais usuários, de acordo com funcionários da empresa citados pela Moneycontrol.

O serviço de pagamento WhatsApp está em testes beta nos últimos meses de 2018. A empresa, que pertence ao Facebook, ainda não anunciou uma data de lançamento, mas os observadores da indústria esperam que isso aconteça em breve, como afirma a publicação on-line.

O WhatsApp recebeu permissão da NPCI para associar-se a bancos para facilitar transações financeiras via UPI (Unified Payments Interface). O Banco da Reserva da Índia obrigou todos os operadores de sistemas de pagamento a garantir que os dados relacionados aos pagamentos sejam armazenados apenas na Índia, dando às empresas seis meses para cumpri-las.

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Banco

10.000 empregos podem ser perdidos para robôs segundo Citi

Leandro De Andrade

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O banco norte-americano Citi alertou que poderá eliminar metade de seus 20 mil funcionários de tecnologia e operações nos próximos cinco anos devido ao aumento da robótica e da automação.

A previsão foi feita pelo presidente e diretor executivo do grupo de clientes institucionais do banco, Jamie Forese, que foi entrevistado pelo Financial Times (FT).

Os 20.000 funcionários operacionais representam mais de 40% do total de funcionários do banco e são “mais férteis para o processamento de máquinas”, de acordo com a Forese.

Ele não é o primeiro a prever perdas de emprego em massa como resultado da automação. O chefe do Deutsche Bank, John Cryan, divulgou uma advertência semelhante em 2017, sugerindo que metade de sua força de trabalho poderia ser substituída por robôs. Enquanto isso, um relatório de 2016 do Fórum Econômico Mundial previu que os avanços na automação levarão à perda de mais de 5 milhões de empregos em 15 grandes economias desenvolvidas e emergentes até 2020.

Os comentários de Forese, no entanto, representam uma previsão mais dramática de possíveis perdas de emprego do que no passado. De acordo com a pesquisa do FT, 60 mil empregos foram perdidos para automação em oito dos dez principais bancos de investimento entre 2007 e 2017.

Os comentários de Forese foram repetidos por outros líderes bancários entrevistados pelo FT.

“Hoje há tantas funções que a tecnologia já substituiu e não vejo por que essa jornada deve terminar tão cedo”, disse Richard Gnodde, diretor da Goldman Sachs International.

E o chefe do banco de feridos do Barclays, Tim Thorsby, acrescentou que qualquer pessoa cujo trabalho envolva “muito bater no teclado” é “menos propenso a ter um futuro feliz”.

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