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IBEF recebe fintechs para se aproximar de inovação

Redação Pagamento.me

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O IBEF (Instituição Brasileira de Executivos de Finanças) é uma instituição financeira de peso no país. Com membros a frente das maiores empresas do país, como Accenture, Whirlpool, PWC, IBM entre outras centenas de gigantes, o IBEF completou 45 anos no último dia 22.

A comemoração veio através de um evento diferente no qual o instituto está acostumado a receber. Com foco nos principais CFOs do país, o IBEF tem por volta de 1.000 empresas e executivos, que fazem parte de um grupo que movimenta o dinheiro no país.

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José Vinicius, da Cielo abriu o evento. (Foto: Mario Palhares para o IBEF)

E esse aniversário, foi a o dia escolhido para que banqueiros, executivos e convidados, pudessem se conectar de forma direta com o movimento das fintechs brasileiras. É a primeira vez que o grupo do IBEF jovem traz para o tradicional IBEF, inovação e startups no palco principal do instituto.

Organizado por José Vinicius (da Cielo), líder do IBEF Jovem, Rodrigo Dantas da Vindi e Gustavo Brazzalotto (Parallaxis) também membros do IBEF, o evento Fintech – o novo banco”, contou com a presença de algumas das fintechs mais expressivas do cenário brasileiro de tecnologia.

Fintech – o novo banco

O grande objetivo do evento era aproximar os executivos tradicionais do instituto do movimento fintech no país. Apresentado por Rodrigo Dantas, que iniciou com uma apresentação sobre inovação tecnológica, o evento contou com a participação da Easy Crédito e Smarttbot, que puderam apresentar os cases no palco e receber a curiosidade dos participantes em entender o que está acontecendo com serviço financeiro no país.

Rodrigo Dantas abriu o evento com o tema "Novo Banco". Foto: Mario Palhares/IBEF SP
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Rodrigo Dantas abriu o evento com o tema “Fintech – o novo banco”. Foto: Mario Palhares/IBEF SP

Easy Crédito – a democracia do crédito a favor do lojistas e usuários

A plataforma Easy Crédito ajuda empresas e usuários a consultar crédito através de uma conexão única em um aplicativo. A plataforma conecta pessoas com pouco acesso a crédito, com empresas financeiras dispostas a assumir o risco. Na apresentação o fundador e criador da empresa, Marcos Ramos, contou em poucos minutos, como funciona a Easy Crédito.

São Paulo-SP - 19/05/2016 - Evento de IBEF Jovem "FINTEC - O Novo Banco". Foto: Mario Palhares/IBEF SP
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Marcos Ramos (Easy Crédito) – Evento de IBEF Jovem “FINTECH – O Novo Banco”. Foto: Mario Palhares/IBEF SP

Com poucos cliques e uma análise de perfil, a Easy Crédito entrega viabilidade para quem precisa de dinheiro. Geo localização, perfis sociais e bureaus de créditos são consultados através de um sistema inteligente.

São Paulo-SP - 19/05/2016 - Evento de IBEF Jovem "FINTEC - O Novo Banco". Foto: Mario Palhares/IBEF SP
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Marcos Ramos da Easy Crédito no palco do “FINTECH – O Novo Banco”. Foto: Mario Palhares/IBEF SP

Smarttbot – robôs que automatizam investimentos

Mateus Lana, fundador da empresa, contou e compartilhou sua visão sobre produtos de investimento, alto risco e tendência de uso de tecnologia em mercados de ações. Contou também o curioso fato de terem adquirido a Bússola do Investidor, tradicional portal para traders.

São Paulo-SP - 19/05/2016 - Evento de IBEF Jovem "FINTEC - O Novo Banco". Foto: Mario Palhares/IBEF SP
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Mateus Lana, Smarttbot – “Fintech – O Novo Banco”. Foto: Mario Palhares/IBEF SP

São Paulo-SP - 19/05/2016 - Evento de IBEF Jovem "FINTEC - O Novo Banco". Foto: Mario Palhares/IBEF SP
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São Paulo-SP – 19/05/2016 – Evento de IBEF Jovem “FINTECH – O Novo Banco”. Foto: Mario Palhares/IBEF SP

Na plataforma da Smarttbot passou mais de 1,4Bi de giro nos últimos 6 meses. Impressionante!

Painel sobre inovação – Vérios, Controly, Centria e Vindi.

O evento ainda contou com um painel excelente sobre como os bancos digitais estão pressionando bancos tradicionais a se reinventarem. Os convidados do painel foram: Fernando Gemi da Centria Partners (e InovaBRA), Felipe Sotto-Maior da Vérios e Pedro Conrade da Contro.ly. O painel foi mediado por Dantas.

São Paulo-SP - 19/05/2016 - Evento de IBEF Jovem "FINTEC - O Novo Banco". Foto: Mario Palhares/IBEF SP
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Fernando Gemi, da Centria Partners – Evento de IBEF Jovem “FINTECH – O Novo Banco”. Foto: Mario Palhares/IBEF SP

Antes do painel, Fernando Gemi, que também é um dos gestores do InovaBRA (programa de aceleração do Bradesco), ilustrou do ponto de vista do investidor, qual a oportunidade para tecnologia financeira atual e para os próximos anos.

São Paulo-SP - 19/05/2016 - Evento de IBEF Jovem "FINTEC - O Novo Banco". Foto: Mario Palhares/IBEF SP
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Painel – Evento de IBEF Jovem “FINTECH – O Novo Banco”. Foto: Mario Palhares/IBEF SP

Alguns dos presentes, incluindo executivos de IBM, Banco Rendimento, Bradesco, Itau, Governo do Canadá, Atar, Cielo entre outras dezenas de empresas, puderam conhecer o panorama atual do segmento, as tendências do segmento financeiro, que se move em direção da digitalização e também contribuíram para uma discussão muito rica sobre regulamentação.

Agradecimentos ao IBEF pela cobertura e compartilhamento.

Veja a cobertura do IBEF aqui.

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A nova fintech dos fundadores do Pagar.me

Redação Pagamento.me

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Os fundadores do Pagar.me, Henrique Dubugras e Pedro Franceschi têm um novo negócio.

*Atualizado 19/06/2018

Prodígios, lançaram a empresa em 2013 quando ainda tinham apenas 18 anos. Viraram notícia, porque conseguiram desenvolver um facilitador de pagamentos diferente: moderno e pensado no usuário, especialmente naqueles de tecnologia. Ganharam prêmios como Spark Awards (da Microsoft) e The Innovation Project 2014 (em Harvard). Era raro de se ver, especialmente pela idade dos dois.

Dos desbloqueios de iPhone aos fundos de investimento

O sucesso dos garotos chamou atenção do mercado e obviamente, dos tubarões. Depois de receberem investimento da Grid Investments, fizeram um acordo com a Arpex Capital de André Street. Daí por diante, a empresa recebeu suporte financeiro e operacional, para crescer para centena de colaboradores e milhares de clientes. Também veio o suporte da Stone, adquirente lançada pelo grupo e a mentoria de um grupo de empreendedores que conhecia o mercado de pagamentos como ninguém. A dose até parecia ter sido demais, já que na época, a solução desenvolvida pelos jovens empreendedores era superior inclusive, as do próprio grupo, que incluía soluções como Mundipagg e Moip (onde a Arpex tinha participação).

Era o que qualquer empreendedor sonhava: lançar algo de sucesso e fazer o negócio crescer com um sócio forte. Mas não parecia o suficiente para os dois.

fundadores pagar.me
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Fundadores do Pagar.me em premiação de Harvard. (Arquivo Pessoal)

Fato é que o desejo dos dois empreendedores de estudar fora, falou mais alto. Venderam a empresa para a Stone e sua holding, fizeram as malas para estudar em Stanford e agora, vão empreender novamente. Só que dessa vez, no mercado mais competitivo do mundo: o americano.

Brex, a nova fintech dos fundadores do Pagar.me

A carreira de Pedro e Henrique nem são tão meteóricas assim. O dois, apesar da pouca idade na fundação do Pagar.me, já haviam empreendido (e aprontado) antes. Veja esse vídeo do Pedro Franceschi no TEDx e entenda.

Agora, eles preparam uma nova “porrada”.

Eles estão há alguns meses trabalhando no projeto Brex, que ainda está sendo mantido em segredo, mas já recebeu investimento pessoal de Peter Thiel e Max Levchin (co-fundadores do PayPal), Carl Pascarella (ex-CEO da Visa), Yuri Milner (investidor do Facebook), do fundo Ribbit Capital, da Y-Combinator e pelo que foi pesquisado, dos fundadores da 3G Capital.

Investidores de peso já estão on board! (Foto: Pitchbook)
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Investidores de peso já estão on board! (Foto: Pitchbook)

A Brex, ao que tudo indica é uma fintech que gerencia processos de pagamento de despesas corporativas, contabilidade, emite cartão empresarial e provê outros serviços essenciais para empresas. A sede da Brex, na Market Street (coração de São Francisco-USA),  já tem quase 20 colaboradores e está atrás de diversos engenheiros para ajudar na construção dessa nova fintech.

No dia 19/06 às , depois da nossa divulgação, a empresa divulgou ao mercado investimento total de U$57 milhões.

Vem coisa boa aí.

Go boys!

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IBM compra fintech

Leandro De Andrade

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Sexta-feira difícil para o segmento

Rodrigo Dantas

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Nem é Sexta 13. Mas hoje o dia está difícil para fintechs.

O Neon, banco digital paulista, sentiu o peso da caneta do Banco Central, ao receber a liquidação das operações hoje, às 08h da manhã. Bomba.

Neon e o Banco Central

A ação do banco central, foi especialmente sobre o Banco Neon SA, antigo Banco Pottencial de Minas Gerais, que dava suporte e a carta patente para a Neon Pagamentos SA (essa sim, fintech) a operar os serviços financeiros numa joint venture. Existem duas empresas nessa história: Banco Neon e Neon Pagamentos.

“Nenhuma fintech está sendo liquidada, e inclusive todas as operações da Neon Pagamentos estão sendo preservadas,” o Banco Central disse ao Brazil Journal. “Ela é livre para buscar outras parcerias com outras instituições financeiras.”

Segundo o BC, Conrade “não tem nem uma ação do Banco Neon. São os controladores do Neon que têm uma participação minoritária na Neon Pagamentos.”

Mesmo com a confusão do mercado (e desespero de milhares de clientes), é uma notícia que abalou o mercado hoje pela manhã.

Banco Inter e o vazamento de dados

Outra que doeu, foi o vazamento de dados divulgado pelo Tecmundo. 100 mil clientes foram expostos, segundo o hacker “John” que pediu resgate em bitcoins. Adivinha o que aconteceu com as ações do Inter, depois da notícia?

Em comunicado, feito na página do Facebook, o banco publicou:

“Esclarecemos que o Banco Inter foi vítima de tentativa de extorsão e que imediatamente constatou que não houve comprometimento da segurança no ambiente externo e nem danos à sua estrutura tecnológica. O fato foi comunicado às autoridades competentes e a investigação já está em andamento.

Trabalhamos com as melhores tecnologias de segurança digital e seguiremos com investimentos constantes para oferecer a melhor experiência para os nossos clientes.”

Desejo boa sorte ao Neon ao Inter. Esse é um momento duro para inovação. Independente dos fatos e apurações, onde o Banco Central sempre foi eficiente nas decisões, essa é o que podemos chamar de Sexta Feira complicada para as Fintechs.

….

Recomendo a leitura do excelente Brazil Journal, que fez um matéria legal sobre o caso do Neon.

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