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Inovação

Instituições financeiras tradicionais usando inteligência artificial?

Leandro De Andrade

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Claro, a inteligência artificial é ótima para dados – mas a maioria dos executivos também acham que a tecnologia pode ser usada para criar uma atmosfera inovadora dentro de suas empresas. Será?

A pesquisa feita com mais de 1000 executivos de instituições financeiras mostrou que inteligência artificial é a principal busca dessas empresas. Seja para aprovar crédito, sugerir investimentos e controlar risco, os robôs estão no imaginário da maioria das instituições financeiras tradicionais. Especialmente nos executivos de tecnologia.

Mais de metade (57%) dos executivos citaram a construção de uma cultura de inovação como um dos seus três principais objetivos de transformação digital – os outros dois resultados mostraram que: querem ter um negócio mais ágil e centrado no cliente (58%) ou construir uma empresa móvel (51%). Os dados são de uma pesquisa realizada pela Infosys.

A principal ferramenta tecnológica para isso? Inteligência artificial, é claro.

Aproximadamente 60% dos mais de 1.000 entrevistados da pesquisa tentam usar a inteligência artificial para fornecer recomendações “humanas” para o suporte ao cliente (automatizado), enquanto 56% querem usá-la para agregar dados antes de fornecerem idéias.

Reprodução: Infosys

Embora a maioria dos participantes ainda estejam desconfiados dos sistemas de auto-aprendizagem: apenas 21% dos entrevistados querem usar a inteligência artificial para criar “um sistema de tomada de decisão no qual o aprendizado automático permite ao sistema aprender com os seres humanos.

Tá mais que na hora das indústrias tradicionais no mundo se preocuparem com isso. Especialmente as financeiras. Por enquanto, aqui no Brasil, bancos, financeiras e varejistas vão (e correm) atrás de empresas como Konduto, IDwall, Nama, Vérios e outras que usam da tecnologia em seus negócios.

Responsável pela comunicação do portal pagamento.me, apaixonado por marketing digital, mordido pela publicidade, metódico, realista, dedicado e pra sempre aprendiz.

Inovação

China coloca os dois pés em fintech no país.

Redação Pagamento.me

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A Tencent (gigante…gigante mesmo), anunciou a compra de 5% do Nubank (maior fintech brasileira).

Esse é um sinal claro, de que nenhum banco brasileiro (ou americano), será capaz de comprar a fintech brasileira no futuro. Era claro, pelo menos para os entusiastas de inovação e venture capital brasileiro. “Para comprar o Nubank, tem que ser alguém muito grande”. E não existe algum mercado com mais grana que os investidores chineses.

Por que a China coloca os dois pés em fintech no país? Por que eles já haviam comprado a 99 em sua totalidade. Agora entram de cabeça no Nubank, com U$200 milhões. Vale frisar que a 99 é fintech, já que o principal modelo é ganhar dinheiro (%) no fee com os pagamentos. 

Essa deve ser a hora em que os banqueiros da paulista devem se reunir e perguntar para as áreas de inovação: “Não é melhor olhar isso?”

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Inovação

Por que o Stripe vale U$20 bilhões?

Redação Pagamento.me

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Essa é uma pergunta que o mercado de pagamentos sabe reproduzir bem.

Depois do anúncio da rodada de U$245 milhões, impulsionando o valuation da empresa para U$20 bilhões, as coisas começam a ficar claras no mercado de pagamentos mundiais: vai haver uma consolidação. O Stripe (presente em mais de 130 países), vem fazendo uma ótima campanha de crescimento, com uma forte gestão, com um “produto matador”.

Não há combinação melhor, para uma empresa de tecnologia: mercado grande, produto de alta escala, que resolve problema.

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O Stripe Terminal está no Beta. (Foto: Stripe)

Os concorrentes, Adyen, Paypal, Alipay entre outros, olham a empresa como um grande benchmarking, especialmente pelo drive do time em tecnologia. Alguns dos melhores engenheiros, data scientists, gerentes de produto e pessoas de finanças estão lá. E antes mesmo que os rumores de um possível IPO aconteça, os fundadores se preocupam em consolidar parte da estratégia de crescimento em novos mercados e agora, em POS inteligentes (Stripe Terminal). Isso é uma ameaça clara à Square e à FirstData (com o Clover).

Com pouco mais de 1300 colaboradores, o Stripe é uma baita empresa, com grande foco no usuário e em times de tecnologia. Fundada por imigrantes irlandeses em 2010, a empresa é um modelo de produto.

A empresa não divulga os números de processamento, faturamento, mas o mundo inteiro está de olho nessa super fintech que vem mostrando que o jogo mudou de mãos. E agora está mais claro, que não se trata de mais uma empresa “sexy do Vale do Silício”.

No Brasil, o Stripe ensaiou uma entrada tímida, há 3 anos, com um executivo brasileiro, só que o foco de mercados como a Europa e Ásia, dificultou o olhar para o Brasil. Para se ter uma ideia, no Brasil a solução veio sem boletos e sem parcelados (o Brasil não é fácil!) naquele momento. O aconteceu depois disso é que a empresa deu um passo para trás no país, remodelou a estratégia e que pelo que sabemos, vão voltar novamente com um novo modelo, focado em developers e na comunidade de tecnologia.

O Paypal, que adquiriu a Braintree, a Venmo e a IZettle é um caso clássico de tentativa de consolidação de mercados através de M&A. O Stripe adquiriu 7 empresas (não necessariamente de pagamentos), para adquirir inteligência não clientes. O negócio do Stripe é escalar onde mais dói. E isso eles sabem bem.

Recentemente, Uber e Google (!) anuciaram que vão usar o sistema de pagamentos da empresa. Isso vale U$20 bilhões.

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Inovação

China amplia proibição de promover cripto além da capital

Leandro De Andrade

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O ataque contra cripto na China continua, a proibição de locais comerciais de hospedagem de eventos relacionados a cripto foi estendida para o Distrito de Desenvolvimento de Guangzhou, informou uma fonte de notícias local Jiemian em 29 de agosto.

O Distrito de Desenvolvimento de Guangzhou é uma zona econômica especial no sul da China, perto de Hong Kong. O Escritório de desenvolvimentismo financeiro do distrito divulgou um aviso sobre a nova proibição em 24 de agosto, alertando para a necessidade de “manter a segurança e a estabilidade do sistema financeiro”.

Conforme relatado na semana passada, a medida segue uma proibição quase idêntica imposta pela primeira vez aos locais no distrito de Chaoyang, em meados de agosto.

Neste mês a China dobrou seus esforços para reprimir o espaço doméstico de cripto. Uma série de novas medidas tem como alvo os canais de comunicação e outras “lacunas” através das quais os investidores chineses podem ganhar acesso a ofertas iniciais de moeda (ICO’s) e negociação de cripto.

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