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Notícias de Pagamento

JPMorgan investe em fintech de gestão de risco

Leandro De Andrade

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A AccessFintech, uma plataforma britânica de gerenciamento de risco projetada para bancos, corretoras e empresas de buy-side, anunciou na terça-feira que o JPMorgan Chase se tornou um investidor em sua rodada de financiamento da Série A.

Os termos do investimento não foram divulgados.

Além disso, a AccessFintech anunciou que aderiu ao programa In-Residence do JPMorgan – que é projetado para ajudar fintechs emergentes a crescer e eventualmente, implantar em nível corporativo. O programa permitirá que a AccessFintech teste sua tecnologia em escala por meio da colaboração entre as duas empresas, disse a empresa em um comunicado à imprensa.

A plataforma da AccessFintech permite que as empresas financeiras controlem um negócio após a sua execução, afim de obter um senso de risco em vários sistemas. Criando uma única exibição visual do risco de transações financeiras.

“Temos acompanhado a evolução dos produtos da AccessFintech há algum tempo e acreditamos que sua capacidade de reunir diferentes partes do processo de pós-negociação em uma visão agregada é uma tecnologia que está muito atrasada no setor”, afirma Lawrence Waller, diretor global de mercados e operações de serviços.

A AccessFintech foi fundada em 2016 por Roy Saadon, um dos fundadores do fornecedor de tecnologia de infra-estrutura de mercado Traiana.

“Para progredir ainda mais, eles precisam da oportunidade de trabalhar em escala e, assim, eles se adaptam perfeitamente ao nosso programa In-Residence, que incentiva o sucesso através da colaboração e do patrocínio de nossa alta administração.”

“Uma fonte estratégica de financiamento pode fornecer à empresa de fintech credibilidade e impulso de mercado muito além do suporte financeiro puro”, disse Saadon no comunicado. “O JPMorgan tem estado na origem de muitas plataformas e iniciativas bem sucedidas do setor, e o programa In-Residence é um veículo inovador para o seu envolvimento com as fintechs. Estamos ansiosos para trabalhar com as equipes. ”

Responsável pela comunicação do portal pagamento.me, apaixonado por marketing digital, mordido pela publicidade, metódico, realista, dedicado e pra sempre aprendiz.

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Adquirentes

Presidente Cielo renuncia ao cargo

Redação Pagamento.me

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Em fato relevante nessa manhã, o executivo Eduardo Gouveia, informou que não será mais o presidente da Cielo.

Os motivos, seundo Gouveia, são pessoais. Ele elogiou a empresa e a passagem na empresa:

“Minha passagem pela Cielo foi, certamente, uma das mais ricas de minha vida, no aspecto tanto profissional quanto pessoal. Sair foi a decisão mais difícil que já tomei. Demandou muito tempo e muita reflexão. Aqui na Cielo tive a oportunidade de fazer parte de um time de altíssima qualidade e desempenho, vivenciando um dos momentos de maior transformação da indústria de meios de pagamento. Tenho certeza de que os esforços que empreendemos serão recompensados no futuro em face do compromisso da companhia com a geração de valor aos seus acionistas. Deixo um grupo de colaboradores que tenho como parte de uma grande família, da qual tive orgulho de pertencer. Saio com sentimento de missão cumprida por ter dado passos firmes na direção correta.”

Emoções viram pela frente.

Vimos primeiro no Brazil Journal.

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Inovação

Gigantes de tecnologia ameaçam bancos, diz BIS

Redação Pagamento.me

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Em relatório divulgado, ‘banco central dos bancos centrais’ alertou setor para concorrência com fintechs e empresas como Google, Apple e Facebook

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Regulamentação

STJ considera ilegal o limite ao parcelamento simplificado

Redação Fialdini Advogados

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A 1ª Turma do Superior Tribunal de Justiça (“STJ”) considerou ilegal o requisito constante na Portaria Conjunta nº 15/2009, da Procuradoria Geral da Fazenda Nacional e da Receita Federal do Brasil, que permite a adesão ao parcelamento simplificado somente para contribuintes com dívidas que não sejam superiores a R$ 1
milhão.

A adesão ao parcelamento simplificado pode ser realizada durante todo o ano e a dívida pode ser paga em até 60 parcelas. Embora não possua condições diferenciadas, como os programas de parcelamento especial, para aderir ao parcelamento simplificado não é necessária a apresentação de garantia, além de ser permitida a inclusão de dívidas oriundas de tributos retidos na fonte ou por estimativa.

A posição do STJ sobre a ilegalidade da limitação imposta na Portaria Conjunta nº 15/2009, veio com o julgamento de dois Recursos Especiais (REsp 1.693.538 e REsp 1.739.641), onde se entendeu, de forma unânime, que o requisito limitador deveria estar disposto em lei para ter eficácia e que tal restrição não está constante na Lei nº 10.522/2002, que trata sobre o parcelamento simplificado.

Com esse posicionamento do STJ, a Receita Federal deverá alterar o sistema virtual do parcelamento simplificado, para que possibilite a todos os contribuintes, independentemente do valor da dívida, realizarem a adesão ao referido parcelamento.

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