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Inovação

A Noruega inteira usa um único app para pagamentos!

Rodrigo Dantas

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vipps

Desde 2015, os bancos noruegueses estão apanhando, ao dividir a audiência e uso de pagamentos, com uma startup criada dentro de um banco.

O culpado: um app norueguês chamado Vipps.

Vipps: o viking norueguês que já atinge metade da população.

Com dois anos de vida, o aplicativo já domina 2,5 milhões de pessoas (metade da Noruega). Com uma estratégia de growth hacking e canais, o crescimento aconteceu tão rápido, que os próprios bancos do país estão assustados. Confirmamos com brasileiros que inclusive, moram lá.

Mas agora, os próprios bancos decidiram enfrentar essa briga, se unindo ao seu próprio oponente, que já tem metade da população do país, usando freneticamente seu aplicativo. Eles decidiram que vão ajudar a popularização do app!

O Fenômeno Escandinavo Vipps. Foto: Reprodução Vipps

Pessoas usando trocadilhos como “você é um Vipp”, já se ouvem em toda parte por lá.

“É um fenômeno”, disse a brasileira Juliana Menezes, que acaba de desembarcar no Brasil, depois de 8 anos na Noruega. A executiva que trabalhou em empresas como KPMG e HP, reforça que é um febre.

Projeto iniciado pelo Banco DNB, com sede em Oslo (e que foi fundado em 1822), o Vipps virou uma febre imensa, especialmente pelo grande crescimento e pela aplicação principal: pagamentos móveis e transferências em tempo real entre usuários.

O curioso nessa história, é que mais de 100 bancos escadinavos já querem fazer uma integração dentro do app, para bloquear a entrada de competidores gigantes como Facebook, Google e outros, já que além de pagamentos, o Vipps é um potente serviço de troca de mensagens.

Esse é o exemplo do Sparebank, outro banco norueguês, que possui um app chamado Mcash, mas está disposto a migrar toda sua base para o fenômeno Vipps. Há uma cooperação entre bancos do país, para integrar diversas API’s e popularizar ainda mais o aplicativo, que também possui uma integração com o Apple Watch.

Cooperação!

Como funciona?

Como uma wallet, usuários cadastram cartões de crédito, cartões de débitos e contas correntes, afim de possibilitar transferências, pagamentos e rateio de compras entre os usuários do app.

Foto: Reprodução Vipps

A adoção por parte dos lojistas noruegueses tem se intensificado, com o suporte por parte dos bancos, ao abrir suas API’s, para que o Vipps possa atender ainda mais usuários.

mobile-payment-app” data-order-by=”social” data-numposts=”10″ data-width=”100%”>Consegue imaginar isso por aqui? Bancos como Itau, Bradesco e Santander se unindo para bloquear a entrada de players como Apple, Google e Facebook?
Ná.

Rodrigo é o co-fundador e CEO da Vindi, plataforma de pagamento recorrente referência no Brasil. Empreendedor, é o organizador do evento Assinaturas Day.

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Inovação

China coloca os dois pés em fintech no país.

Redação Pagamento.me

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A Tencent (gigante…gigante mesmo), anunciou a compra de 5% do Nubank (maior fintech brasileira).

Esse é um sinal claro, de que nenhum banco brasileiro (ou americano), será capaz de comprar a fintech brasileira no futuro. Era claro, pelo menos para os entusiastas de inovação e venture capital brasileiro. “Para comprar o Nubank, tem que ser alguém muito grande”. E não existe algum mercado com mais grana que os investidores chineses.

Por que a China coloca os dois pés em fintech no país? Por que eles já haviam comprado a 99 em sua totalidade. Agora entram de cabeça no Nubank, com U$200 milhões. Vale frisar que a 99 é fintech, já que o principal modelo é ganhar dinheiro (%) no fee com os pagamentos. 

Essa deve ser a hora em que os banqueiros da paulista devem se reunir e perguntar para as áreas de inovação: “Não é melhor olhar isso?”

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Inovação

Por que o Stripe vale U$20 bilhões?

Redação Pagamento.me

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Essa é uma pergunta que o mercado de pagamentos sabe reproduzir bem.

Depois do anúncio da rodada de U$245 milhões, impulsionando o valuation da empresa para U$20 bilhões, as coisas começam a ficar claras no mercado de pagamentos mundiais: vai haver uma consolidação. O Stripe (presente em mais de 130 países), vem fazendo uma ótima campanha de crescimento, com uma forte gestão, com um “produto matador”.

Não há combinação melhor, para uma empresa de tecnologia: mercado grande, produto de alta escala, que resolve problema.

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O Stripe Terminal está no Beta. (Foto: Stripe)

Os concorrentes, Adyen, Paypal, Alipay entre outros, olham a empresa como um grande benchmarking, especialmente pelo drive do time em tecnologia. Alguns dos melhores engenheiros, data scientists, gerentes de produto e pessoas de finanças estão lá. E antes mesmo que os rumores de um possível IPO aconteça, os fundadores se preocupam em consolidar parte da estratégia de crescimento em novos mercados e agora, em POS inteligentes (Stripe Terminal). Isso é uma ameaça clara à Square e à FirstData (com o Clover).

Com pouco mais de 1300 colaboradores, o Stripe é uma baita empresa, com grande foco no usuário e em times de tecnologia. Fundada por imigrantes irlandeses em 2010, a empresa é um modelo de produto.

A empresa não divulga os números de processamento, faturamento, mas o mundo inteiro está de olho nessa super fintech que vem mostrando que o jogo mudou de mãos. E agora está mais claro, que não se trata de mais uma empresa “sexy do Vale do Silício”.

No Brasil, o Stripe ensaiou uma entrada tímida, há 3 anos, com um executivo brasileiro, só que o foco de mercados como a Europa e Ásia, dificultou o olhar para o Brasil. Para se ter uma ideia, no Brasil a solução veio sem boletos e sem parcelados (o Brasil não é fácil!) naquele momento. O aconteceu depois disso é que a empresa deu um passo para trás no país, remodelou a estratégia e que pelo que sabemos, vão voltar novamente com um novo modelo, focado em developers e na comunidade de tecnologia.

O Paypal, que adquiriu a Braintree, a Venmo e a IZettle é um caso clássico de tentativa de consolidação de mercados através de M&A. O Stripe adquiriu 7 empresas (não necessariamente de pagamentos), para adquirir inteligência não clientes. O negócio do Stripe é escalar onde mais dói. E isso eles sabem bem.

Recentemente, Uber e Google (!) anuciaram que vão usar o sistema de pagamentos da empresa. Isso vale U$20 bilhões.

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Inovação

China amplia proibição de promover cripto além da capital

Leandro De Andrade

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O ataque contra cripto na China continua, a proibição de locais comerciais de hospedagem de eventos relacionados a cripto foi estendida para o Distrito de Desenvolvimento de Guangzhou, informou uma fonte de notícias local Jiemian em 29 de agosto.

O Distrito de Desenvolvimento de Guangzhou é uma zona econômica especial no sul da China, perto de Hong Kong. O Escritório de desenvolvimentismo financeiro do distrito divulgou um aviso sobre a nova proibição em 24 de agosto, alertando para a necessidade de “manter a segurança e a estabilidade do sistema financeiro”.

Conforme relatado na semana passada, a medida segue uma proibição quase idêntica imposta pela primeira vez aos locais no distrito de Chaoyang, em meados de agosto.

Neste mês a China dobrou seus esforços para reprimir o espaço doméstico de cripto. Uma série de novas medidas tem como alvo os canais de comunicação e outras “lacunas” através das quais os investidores chineses podem ganhar acesso a ofertas iniciais de moeda (ICO’s) e negociação de cripto.

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