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Nubank, vai criar milhões de contas correntes em minutos.

Redação Pagamento.me

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[Atualizado em 24/10].

Se alguém duvidava da capacidade (e do plano) do Nubank em virar banco, não tem motivos para duvidar mais.

A fintech, que já havia registrado no número 260 no Banco Central, agora já conta com uma data de lançamento da sua conta digital. Não foi à toa também, a recém chegada do Gustavo Franco (ex-presidente do Banco Central) no boarding da empresa. Planos ambiciosos amparam essa fintech situada na capital paulista.

A maioria dos bancos já contempla o banco 260 (Nu Pagamentos SA) para receber transferências on-line (imagem abaixo).

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Ilustração – Itaú.

A abertura da operação da conta digital do Nubank vai agitar (com certeza) qualquer banco que vem tentando se tornar digital. Chegou o momento que todo o mercado financeiro esperava: o da capacidade de uma fintech criar uma real ameaça aos bancos tradicionais no país.

Acompanhem dos dados abaixo – e tire as conclusões necessárias.

Números do Nubank

  • Até Agosto desse ano, a empresa tinha recebido 8 milhões de pedidos do cartão (Oito Milhões);
  • O faturamento do primeiro trimestre de 2017 da empresa, atingiu R$236 milhões (com um prejuízo de R$39 milhões);
  • Investimento recebido de venture capital: U$178 milhões
  • Investimento através de débito (para financiar recebíveis): R$455 milhões;
  • Clientes: + de 1 milhão;
  • Taxa de crescimento ao mês: 10%;
  • 6º maior emissor de cartões do país (à frente de Citibank e Safra).

Para comparar o que pode representar essa mudança, fizemos um comparativo de número de clientes que alguns bancos brasileiros possuem. Dados de Março de 2017 (Fonte Bacen).

Banco Número de clientes
BRADESCO (conglomerado) 94.473.132
CAIXA ECONÔMICA FEDERAL (conglomerado) 86.673.233
ITAU (conglomerado) 73.588.791
BB (conglomerado) 59.756.725
SANTANDER (conglomerado) 38.864.588
BANRISUL (conglomerado) 4.506.706
CITIBANK (conglomerado) 1.355.504
SAFRA (conglomerado) 1.132.676
INTERMEDIUM (conglomerado) 445.291

 

O “novo banco”, vai ser reforçado com uma operação de FDIC de R$250 milhões, com um investidor brasileiro não revelado. A XP Investimentos vai amparar a operação. (Fonte: Felipe Marques, da Bloomberg). No dia 24/10, a empresa realizou um evento ao vivo no Facebook para contar uma novidade. O novo serviço do Nubank vai se chamar NuConta.

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Foto: Reprodução Nubank

Nubank, parabéns!

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A nova fintech dos fundadores do Pagar.me

Redação Pagamento.me

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pagar.me fundadores

Os fundadores do Pagar.me, Henrique Dubugras e Pedro Franceschi têm um novo negócio.

*Atualizado 19/06/2018

Prodígios, lançaram a empresa em 2013 quando ainda tinham apenas 18 anos. Viraram notícia, porque conseguiram desenvolver um facilitador de pagamentos diferente: moderno e pensado no usuário, especialmente naqueles de tecnologia. Ganharam prêmios como Spark Awards (da Microsoft) e The Innovation Project 2014 (em Harvard). Era raro de se ver, especialmente pela idade dos dois.

Dos desbloqueios de iPhone aos fundos de investimento

O sucesso dos garotos chamou atenção do mercado e obviamente, dos tubarões. Depois de receberem investimento da Grid Investments, fizeram um acordo com a Arpex Capital de André Street. Daí por diante, a empresa recebeu suporte financeiro e operacional, para crescer para centena de colaboradores e milhares de clientes. Também veio o suporte da Stone, adquirente lançada pelo grupo e a mentoria de um grupo de empreendedores que conhecia o mercado de pagamentos como ninguém. A dose até parecia ter sido demais, já que na época, a solução desenvolvida pelos jovens empreendedores era superior inclusive, as do próprio grupo, que incluía soluções como Mundipagg e Moip (onde a Arpex tinha participação).

Era o que qualquer empreendedor sonhava: lançar algo de sucesso e fazer o negócio crescer com um sócio forte. Mas não parecia o suficiente para os dois.

fundadores pagar.me
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Fundadores do Pagar.me em premiação de Harvard. (Arquivo Pessoal)

Fato é que o desejo dos dois empreendedores de estudar fora, falou mais alto. Venderam a empresa para a Stone e sua holding, fizeram as malas para estudar em Stanford e agora, vão empreender novamente. Só que dessa vez, no mercado mais competitivo do mundo: o americano.

Brex, a nova fintech dos fundadores do Pagar.me

A carreira de Pedro e Henrique nem são tão meteóricas assim. O dois, apesar da pouca idade na fundação do Pagar.me, já haviam empreendido (e aprontado) antes. Veja esse vídeo do Pedro Franceschi no TEDx e entenda.

Agora, eles preparam uma nova “porrada”.

Eles estão há alguns meses trabalhando no projeto Brex, que ainda está sendo mantido em segredo, mas já recebeu investimento pessoal de Peter Thiel e Max Levchin (co-fundadores do PayPal), Carl Pascarella (ex-CEO da Visa), Yuri Milner (investidor do Facebook), do fundo Ribbit Capital, da Y-Combinator e pelo que foi pesquisado, dos fundadores da 3G Capital.

Investidores de peso já estão on board! (Foto: Pitchbook)
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Investidores de peso já estão on board! (Foto: Pitchbook)

A Brex, ao que tudo indica é uma fintech que gerencia processos de pagamento de despesas corporativas, contabilidade, emite cartão empresarial e provê outros serviços essenciais para empresas. A sede da Brex, na Market Street (coração de São Francisco-USA),  já tem quase 20 colaboradores e está atrás de diversos engenheiros para ajudar na construção dessa nova fintech.

No dia 19/06 às , depois da nossa divulgação, a empresa divulgou ao mercado investimento total de U$57 milhões.

Vem coisa boa aí.

Go boys!

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IBM compra fintech

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Leandro De Andrade

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Sexta-feira difícil para o segmento

Rodrigo Dantas

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Nem é Sexta 13. Mas hoje o dia está difícil para fintechs.

O Neon, banco digital paulista, sentiu o peso da caneta do Banco Central, ao receber a liquidação das operações hoje, às 08h da manhã. Bomba.

Neon e o Banco Central

A ação do banco central, foi especialmente sobre o Banco Neon SA, antigo Banco Pottencial de Minas Gerais, que dava suporte e a carta patente para a Neon Pagamentos SA (essa sim, fintech) a operar os serviços financeiros numa joint venture. Existem duas empresas nessa história: Banco Neon e Neon Pagamentos.

“Nenhuma fintech está sendo liquidada, e inclusive todas as operações da Neon Pagamentos estão sendo preservadas,” o Banco Central disse ao Brazil Journal. “Ela é livre para buscar outras parcerias com outras instituições financeiras.”

Segundo o BC, Conrade “não tem nem uma ação do Banco Neon. São os controladores do Neon que têm uma participação minoritária na Neon Pagamentos.”

Mesmo com a confusão do mercado (e desespero de milhares de clientes), é uma notícia que abalou o mercado hoje pela manhã.

Banco Inter e o vazamento de dados

Outra que doeu, foi o vazamento de dados divulgado pelo Tecmundo. 100 mil clientes foram expostos, segundo o hacker “John” que pediu resgate em bitcoins. Adivinha o que aconteceu com as ações do Inter, depois da notícia?

Em comunicado, feito na página do Facebook, o banco publicou:

“Esclarecemos que o Banco Inter foi vítima de tentativa de extorsão e que imediatamente constatou que não houve comprometimento da segurança no ambiente externo e nem danos à sua estrutura tecnológica. O fato foi comunicado às autoridades competentes e a investigação já está em andamento.

Trabalhamos com as melhores tecnologias de segurança digital e seguiremos com investimentos constantes para oferecer a melhor experiência para os nossos clientes.”

Desejo boa sorte ao Neon ao Inter. Esse é um momento duro para inovação. Independente dos fatos e apurações, onde o Banco Central sempre foi eficiente nas decisões, essa é o que podemos chamar de Sexta Feira complicada para as Fintechs.

….

Recomendo a leitura do excelente Brazil Journal, que fez um matéria legal sobre o caso do Neon.

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