Fim do boleto? Não para a plataforma de recebimento ASAAS - Pagamento.me
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Fim do boleto? Não para a plataforma de recebimento ASAAS

Redação Pagamento.me

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Joinville. Cidade chuvosa (e pacata) de Santa Catarina parece uma simples cidade querendo mostrar sua cara. Mas não se engane, pólo importante de tecnologia do estado, Joinville produziu empresas como ContaAzul por exemplo. E da mesma mãe (a desenvolvedora Informant), nasceu a startup AsaaS, uma fintech que resolve recebimentos para o micro empreendedor.

Conheça um pouco mais da empresa que aposta na cobertura do boleto para autônomos.

A startup do pequeno empreendedor

Com foco em boletos e faturas, a startup possui milhares de micro negócios que emitem mensalmente boletos bancários para seus clientes. Num sistema robusto de subadquirência, a empresa faz a gestão de recebíveis de: dentistas, profissionais liberais, representantes comerciais, profissionais de tecnologia e prestadores de serviços de qualquer natureza. Todas elas enquadradas em sua maioria, como MEI (Micro Empresário Individual).

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Piero Contezini (co-fundador), Jeferson Kortbein , Diego Contezini (co-fundador) e Fernando Chagas. (Foto: Reprodução Asaas)

Números do AsaaS

  • Volume financeiro: R$2 milhões / mês;
  • Quantidade de clientes: mil (informação Assessoria);
  • Investimento recebido: aproximadamente R$3,6 milhões

A empresa, que foi fundada em 2013, já recebeu quase R$4 milhões de investimento de capital de risco. A última rodada, captada em Junho de 2015, acelerou o processo de crescimento da empresa nesse ano. Boa parte do faturamento da empresa vem da antecipação de recebíveis, característica importante para um sub-adquirente.

A quantidade de burocracia envolvida em credenciamento de cartões, adequação de cobrança bancária para pequenos negócios, faz da estratégia do AsaaS ser vencedora. Bancos operadoras de cartão não conseguem atender essa camada da economia (muito importante) de forma adequada. Essa lacuna é inclusive, uma das maiores oportunidades para o mercado brasileiro de fintechs.

Para o AsaaS, o fim do boleto está bem longe de acontecer.

 

O site Pagamento.me é um canal independente de notícias e tendências do mercado de meios de pagamento.

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A nova fintech dos fundadores do Pagar.me

Redação Pagamento.me

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pagar.me fundadores

Os fundadores do Pagar.me, Henrique Dubugras e Pedro Franceschi têm um novo negócio.

*Atualizado 19/06/2018

Prodígios, lançaram a empresa em 2013 quando ainda tinham apenas 18 anos. Viraram notícia, porque conseguiram desenvolver um facilitador de pagamentos diferente: moderno e pensado no usuário, especialmente naqueles de tecnologia. Ganharam prêmios como Spark Awards (da Microsoft) e The Innovation Project 2014 (em Harvard). Era raro de se ver, especialmente pela idade dos dois.

Dos desbloqueios de iPhone aos fundos de investimento

O sucesso dos garotos chamou atenção do mercado e obviamente, dos tubarões. Depois de receberem investimento da Grid Investments, fizeram um acordo com a Arpex Capital de André Street. Daí por diante, a empresa recebeu suporte financeiro e operacional, para crescer para centena de colaboradores e milhares de clientes. Também veio o suporte da Stone, adquirente lançada pelo grupo e a mentoria de um grupo de empreendedores que conhecia o mercado de pagamentos como ninguém. A dose até parecia ter sido demais, já que na época, a solução desenvolvida pelos jovens empreendedores era superior inclusive, as do próprio grupo, que incluía soluções como Mundipagg e Moip (onde a Arpex tinha participação).

Era o que qualquer empreendedor sonhava: lançar algo de sucesso e fazer o negócio crescer com um sócio forte. Mas não parecia o suficiente para os dois.

fundadores pagar.me
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Fundadores do Pagar.me em premiação de Harvard. (Arquivo Pessoal)

Fato é que o desejo dos dois empreendedores de estudar fora, falou mais alto. Venderam a empresa para a Stone e sua holding, fizeram as malas para estudar em Stanford e agora, vão empreender novamente. Só que dessa vez, no mercado mais competitivo do mundo: o americano.

Brex, a nova fintech dos fundadores do Pagar.me

A carreira de Pedro e Henrique nem são tão meteóricas assim. O dois, apesar da pouca idade na fundação do Pagar.me, já haviam empreendido (e aprontado) antes. Veja esse vídeo do Pedro Franceschi no TEDx e entenda.

Agora, eles preparam uma nova “porrada”.

Eles estão há alguns meses trabalhando no projeto Brex, que ainda está sendo mantido em segredo, mas já recebeu investimento pessoal de Peter Thiel e Max Levchin (co-fundadores do PayPal), Carl Pascarella (ex-CEO da Visa), Yuri Milner (investidor do Facebook), do fundo Ribbit Capital, da Y-Combinator e pelo que foi pesquisado, dos fundadores da 3G Capital.

Investidores de peso já estão on board! (Foto: Pitchbook)
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Investidores de peso já estão on board! (Foto: Pitchbook)

A Brex, ao que tudo indica é uma fintech que gerencia processos de pagamento de despesas corporativas, contabilidade, emite cartão empresarial e provê outros serviços essenciais para empresas. A sede da Brex, na Market Street (coração de São Francisco-USA),  já tem quase 20 colaboradores e está atrás de diversos engenheiros para ajudar na construção dessa nova fintech.

No dia 19/06 às , depois da nossa divulgação, a empresa divulgou ao mercado investimento total de U$57 milhões.

Vem coisa boa aí.

Go boys!

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IBM compra fintech

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Leandro De Andrade

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Sexta-feira difícil para o segmento

Rodrigo Dantas

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Nem é Sexta 13. Mas hoje o dia está difícil para fintechs.

O Neon, banco digital paulista, sentiu o peso da caneta do Banco Central, ao receber a liquidação das operações hoje, às 08h da manhã. Bomba.

Neon e o Banco Central

A ação do banco central, foi especialmente sobre o Banco Neon SA, antigo Banco Pottencial de Minas Gerais, que dava suporte e a carta patente para a Neon Pagamentos SA (essa sim, fintech) a operar os serviços financeiros numa joint venture. Existem duas empresas nessa história: Banco Neon e Neon Pagamentos.

“Nenhuma fintech está sendo liquidada, e inclusive todas as operações da Neon Pagamentos estão sendo preservadas,” o Banco Central disse ao Brazil Journal. “Ela é livre para buscar outras parcerias com outras instituições financeiras.”

Segundo o BC, Conrade “não tem nem uma ação do Banco Neon. São os controladores do Neon que têm uma participação minoritária na Neon Pagamentos.”

Mesmo com a confusão do mercado (e desespero de milhares de clientes), é uma notícia que abalou o mercado hoje pela manhã.

Banco Inter e o vazamento de dados

Outra que doeu, foi o vazamento de dados divulgado pelo Tecmundo. 100 mil clientes foram expostos, segundo o hacker “John” que pediu resgate em bitcoins. Adivinha o que aconteceu com as ações do Inter, depois da notícia?

Em comunicado, feito na página do Facebook, o banco publicou:

“Esclarecemos que o Banco Inter foi vítima de tentativa de extorsão e que imediatamente constatou que não houve comprometimento da segurança no ambiente externo e nem danos à sua estrutura tecnológica. O fato foi comunicado às autoridades competentes e a investigação já está em andamento.

Trabalhamos com as melhores tecnologias de segurança digital e seguiremos com investimentos constantes para oferecer a melhor experiência para os nossos clientes.”

Desejo boa sorte ao Neon ao Inter. Esse é um momento duro para inovação. Independente dos fatos e apurações, onde o Banco Central sempre foi eficiente nas decisões, essa é o que podemos chamar de Sexta Feira complicada para as Fintechs.

….

Recomendo a leitura do excelente Brazil Journal, que fez um matéria legal sobre o caso do Neon.

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