Stone, a nova adquirente já incomoda
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Stone, a nova adquirente já incomoda

Redação Pagamento.me

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A investida do grupo Arpex, parece estar dando muito certo. A Stone, depois de adquirir o que restou da Akatus no começo desse ano, já mostra a cara e já desponta como principal ameaça para o mercado de Getnet e Elavon. Dominado por Rede e Cielo, o  mercado de adquirência no país é um dos mais atraentes e monopolizados até então. A Cielo ainda tem a maior fatia, e não há dúvidas que vai continuar crescendo, já que a rede distribuição é forte. Bradesco e Banco do Brasil, fazem dos seus canais de venda e agências, uma poderosa bazuca para a operadora. Mas isso não assusta os novos entrantes como Global Payments, First Data (Bin), Vero e principalmente a Stone, que é de fato a maior ameaça do ponto de vista estratégico para as novas entrantes.

Enraizadas nas políticas externas de risco e preço, as novas entrantes como Elavon, Bin e Global, “as brasileiras” têm de fato um apetite maior. Em velocidade e preço. É o que faz da Stone, uma bom exemplo de quem está precisando crescer.

Por que a Stone, já incomoda?

Se levarmos em consideração o tamanho do mercado brasileiro, podemos dizer que o caminho será longo do ponto de vista de concorrência. Ainda tem espaço para mais alguns 5 novos entrantes. O Brasil é grande e a oportunidade também. Antes mesmo da virada de de chave do PagSeguro (que já ensaia) sua estréia como uma operadora adquirente, o mercado hoje ainda está na mão de Cielo e Rede. Com 90% do mercado as duas líderes podem enfrentar um grande desafio pela frente: conter as novatas. A Getnet que detém cerca de 6% do mercado, já incomoda em alguns mercados e usa a estratégia de banking do Santander para morder uma fatia importante. Mas a oportunidade é enorme, já que o mercado já entendeu que pode trabalhar com novas tecnologias, empresas e soluções. Essa é exatamente a aposta da Stone. Nascendo como uma empresa jovem, e ágil para tomadas de decisões, a Stone já ocupa um papel importante no mercado de pagamentos no Brasil.

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As “verdinhas” estão por aí. (Foto: Reprodução Stone.com.br)

A empresa fundada por André Street e cia, recebeu funding da Arpex Capital (do próprio André), que tem sócios como Jorge Paulo Lemann, Marcel Teles e Beto Sucupira, do BTG Pactual e do Banco Pan. Não se discute a experiência que o grupo Arpex têm no mercado de pagamentos. Fundadores da Braspag, Bernardo Carneiro e André Street, venderam a empresa lá atrás e criaram a MundiPagg. Depois disso criaram um ecossistema inteiro de pagamentos: investiram na Capta, Pagar.me, Smartbill (que o grupo vendeu ano passado), Moip e em diversos negócios de e-commerce. E era de se esperar que com a cadeia pronta, eles teriam apetite para entrar num dos “games” mais lucrativos do Brasil: o da adquirência.

André Street - Arpex
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André Street da Arpex, comanda o exército de pagamentos do grupo. (Foto: Reprodução)

Fundada em 2013, a Stone tem uma equipe forte vindo de outras adquirentes como Rede, Cielo e profissionais que fizeram história em outros players de pagamento. Da fundação para cá, centenas de pessoas foram contratadas, dois escritórios montados e uma agressividade comercial estruturada, que é de se esperar de uma empresa do grupo Arpex. Mas o que chama atenção da Stone é de fato, o DNA de pagamento inserida na Arpex e suas investidas. A Stone já nasceu com uma força de distruibuição dentro de casa: um subadquirente caso do Pagar.me, gateway (Mundipagg), processadora (Capta) e soluções de pagamento, que é o exemplo da Pingobox, um frente caixa na nuvem, “debaixo da asa.” Todo o sistema vai trabalhar para o crescimento da Stone. Essa não é a única e possível vantagem. Em junho a Arpex se desfez da Sieve Group, sua divisão e-commerce, por R$130 milhões. Agora o grupo está 100% dedicado ao mercado de pagamentos.

A Stone já tem pelo menos, atitude e cara de “grande.”

O site Pagamento.me é um canal independente de notícias e tendências do mercado de meios de pagamento.

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Sexta-feira difícil para o segmento

Rodrigo Dantas

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Nem é Sexta 13. Mas hoje o dia está difícil para fintechs.

O Neon, banco digital paulista, sentiu o peso da caneta do Banco Central, ao receber a liquidação das operações hoje, às 08h da manhã. Bomba.

Neon e o Banco Central

A ação do banco central, foi especialmente sobre o Banco Neon SA, antigo Banco Pottencial de Minas Gerais, que dava suporte e a carta patente para a Neon Pagamentos SA (essa sim, fintech) a operar os serviços financeiros numa joint venture. Existem duas empresas nessa história: Banco Neon e Neon Pagamentos.

“Nenhuma fintech está sendo liquidada, e inclusive todas as operações da Neon Pagamentos estão sendo preservadas,” o Banco Central disse ao Brazil Journal. “Ela é livre para buscar outras parcerias com outras instituições financeiras.”

Segundo o BC, Conrade “não tem nem uma ação do Banco Neon. São os controladores do Neon que têm uma participação minoritária na Neon Pagamentos.”

Mesmo com a confusão do mercado (e desespero de milhares de clientes), é uma notícia que abalou o mercado hoje pela manhã.

Banco Inter e o vazamento de dados

Outra que doeu, foi o vazamento de dados divulgado pelo Tecmundo. 100 mil clientes foram expostos, segundo o hacker “John” que pediu resgate em bitcoins. Adivinha o que aconteceu com as ações do Inter, depois da notícia?

Em comunicado, feito na página do Facebook, o banco publicou:

“Esclarecemos que o Banco Inter foi vítima de tentativa de extorsão e que imediatamente constatou que não houve comprometimento da segurança no ambiente externo e nem danos à sua estrutura tecnológica. O fato foi comunicado às autoridades competentes e a investigação já está em andamento.

Trabalhamos com as melhores tecnologias de segurança digital e seguiremos com investimentos constantes para oferecer a melhor experiência para os nossos clientes.”

Desejo boa sorte ao Neon ao Inter. Esse é um momento duro para inovação. Independente dos fatos e apurações, onde o Banco Central sempre foi eficiente nas decisões, essa é o que podemos chamar de Sexta Feira complicada para as Fintechs.

….

Recomendo a leitura do excelente Brazil Journal, que fez um matéria legal sobre o caso do Neon.

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iZettle anuncia plano de IPO no início da próxima semana

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Leandro De Andrade

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