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Subadquirentes

Um ano depois e o Stripe ainda não decolou no Brasil, por quê?

Redação Pagamento.me

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stripe

A entrada do Stripe no Brasil, foi ilustrada pela contratação do executivo e empreendedor Daniel Topel, que até o começo desse ano ainda era o country manager no Brasil.

Não é mais.

Na prática, o Stripe iniciou um beta com alguns clientes e parceiros no ano passado. Mas pouco gente viu algo substancial.

O desafio maior do Stripe é tropicalizar uma solução que segue “as a service” em todo mundo e vamos combinar que, para “jogar no Brasil”, as empresas têm que de fato, entrar no clima do país.

stripe no Brasil
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Foto: Reprodução Stripe

A gente vem noticiando passo a passo da empresa, veja aqui: notícias do Stripe.

Boletos, parcelamento e burocracia

Além da burocracia em negociar com bancos, adquirentes e todo ambiente financeiro, a empresa deve ter se deparado com os desafios de qualquer empresa que pensa em entrar no Brasil. Mas para um facilitador de pagamento que precisa cuidar de fraude, integração com bancos e adquirentes, o negócio se torna duro.

Para entrarem no Brasil, o primeiro ponto para se avaliar é ter soluções de boletos e parcelamento, dois itens característicos brasileiros que nem todo “gringo” entende.

Esses devem ter sido inclusive, o maior desafio do Stripe. Com uma plataforma única para todo mundo, desenvolver soluções de boletos e parcelamento só pensando no Brasil, não deve ser o foco deles. Além do tamanho mercado, que deve ser pequeno para eles, do ponto de vista que Ásia e Estados Unidos são os pontos centrais de crescimento deles.

O foco na Ásia, avanço de soluções concorrentes em todo mundo, as características de pagamento no Brasil, o tamanho de mercado e a estratégia do Stripe no mundo, parece corroborarem para que demorem ainda mais para firmarem a bandeira de fato por aqui.

A empresa antes de entrar no Brasil, contratou Rafael Plantier, ex-VP da Elavon Brasil, que pode ser um nome para o posto em aberto.

Vamos aguardar.

 

Notícias de Pagamento

UOL BoaCompra vai expandir no Uruguai

Leandro De Andrade

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O UOL BoaCompra , um provedor de pagamentos que ultrapassa os limites entre países, com sede no Brasil e especializado em mercados emergentes, anunciou sua expansão no Uruguai.

Com Redpagos, a maior opção de pagamento no Uruguai para pagamentos em dinheiro, que está presente em centenas de pontos de venda em todo o Uruguai, os comerciantes também podem alcançar a população sem banco.

Atuando na América Latina desde 2004, o UOL BoaCompra expandiu suas operações do Brasil para nove países de diferentes continentes. Trazendo mais de 150 pagamentos locais diferentes e trabalhando com mais de 300 parceiros, o UOL BoaCompra permite que os comerciantes conectem seus negócios digitais com mais de 350 milhões de potenciais clientes on-line.

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Mobile Payment

Samsung Pay adicionou Paypal como método de pagamento

Leandro De Andrade

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O Samsung Pay adicionou suporte ao PayPal como método de pagamento para transações on-line e na loja.

O anúncio inicial foi feito em agosto de 2017, com a Samsung Pay declarando seus planos para habilitar o suporte ao PayPal para pagamentos no aplicativo, na loja e on-line.

Como parte do anúncio, os usuários poderão adicionar suas contas do PayPal ao Samsung Pay e usar sua carteira do PayPal em qualquer lugar em que a plataforma seja aceito.

Os usuários precisam ter a versão mais recente do Samsung Pay para ativar o PayPal.

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Notícias de Pagamento

PagSeguro compra fintech Biva

Leandro De Andrade

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A PagSeguro, empresa de meios de pagamento do grupo UOL, adquiriu o controle da fintech Biva, voltada para empréstimos para pessoas físicas e microempresas, por mais de R$11 milhões.

A operação realizada em outubro garantiu ao PagSeguro 50,5% da Biva. Representantes da PagSeguro e da Biva não se manifestaram sobre o assunto.

Biva, criada em maio de 2015 afirma já ter concedido 35 milhões de reais em empréstimos e ter mais de 10 mil investidores cadastrados. Em entrevista à Reuters em abril, o presidente-executivo da companhia afirmou que uma oferta pública inicial de ações (IPO) estava nos planos da Biva para os próximos anos.

No início do mês, duas fontes afirmaram à Reuters que a PagSeguro avalia fazer um IPO em Nova York no primeiro trimestre de 2018, no que pode marcar a primeira operação do tipo de uma fintech brasileira.

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