Verifone será adquirida por U$ 3,4 bilhões - Pagamento.me
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Notícias de Pagamento

Verifone será adquirida por U$ 3,4 bilhões

Leandro De Andrade

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A Verifone, empresa de pagamentos em PDV, será adquirida pela empresa privada de capital fechado Francisco Partners por US $ 3,4 bilhões em dinheiro.

Sob os termos do acordo, os acionistas da Verifone receberão US $ 23,04 em dinheiro para cada ação ordinária da Verifone, representando um prêmio de aproximadamente 54% para a cotação final da empresa de US $ 15,00 em 9 de abril de 2018.

A transação, realizada em parceria com a British Columbia Investment Management Company, inclui a dívida líquida da Verifone. O conselho de administração da Verifone aprovou por unanimidade o acordo definitivo e recomenda que os acionistas da Verifone votem a favor da transação. Após a conclusão da transação, a Verifone se tornará uma empresa privada.

Verifone está aproveitando a onda à medida que busca transferir seus negócios de um provedor de hardware de terminal puro para um parceiro comercial em sua base de clientes. Atualmente, a empresa possui 30 milhões de dispositivos de pagamento POS instalados em mais de 150 empresas.

“A transformação da Verifone de um provedor de hardware para um provedor de soluções de comércio e pagamentos best-in-class está apenas começando”, diz Jason Brein, sócio da Francisco Partners.

O conselho Verifone aceitou a oferta, mas foi concedida uma extensão de um mês para incentivar os pretendentes de terceiros para uma ação.

“Estamos ansiosos para apoiar a empresa, uma vez que continua a sua evolução.”
A transação não está sujeita a uma condição de financiamento e deve ser concluída durante o terceiro trimestre de 2018, sujeita às condições habituais de fechamento, incluindo o recebimento das aprovações dos acionistas e das regulamentações, de acordo com o comunicado.

Responsável pela comunicação do portal pagamento.me, apaixonado por marketing digital, mordido pela publicidade, metódico, realista, dedicado e pra sempre aprendiz.

Adquirentes

Presidente Cielo renuncia ao cargo

Redação Pagamento.me

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cielo

Em fato relevante nessa manhã, o executivo Eduardo Gouveia, informou que não será mais o presidente da Cielo.

Os motivos, seundo Gouveia, são pessoais. Ele elogiou a empresa e a passagem na empresa:

“Minha passagem pela Cielo foi, certamente, uma das mais ricas de minha vida, no aspecto tanto profissional quanto pessoal. Sair foi a decisão mais difícil que já tomei. Demandou muito tempo e muita reflexão. Aqui na Cielo tive a oportunidade de fazer parte de um time de altíssima qualidade e desempenho, vivenciando um dos momentos de maior transformação da indústria de meios de pagamento. Tenho certeza de que os esforços que empreendemos serão recompensados no futuro em face do compromisso da companhia com a geração de valor aos seus acionistas. Deixo um grupo de colaboradores que tenho como parte de uma grande família, da qual tive orgulho de pertencer. Saio com sentimento de missão cumprida por ter dado passos firmes na direção correta.”

Emoções viram pela frente.

Vimos primeiro no Brazil Journal.

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Inovação

Gigantes de tecnologia ameaçam bancos, diz BIS

Redação Pagamento.me

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Em relatório divulgado, ‘banco central dos bancos centrais’ alertou setor para concorrência com fintechs e empresas como Google, Apple e Facebook

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Regulamentação

STJ considera ilegal o limite ao parcelamento simplificado

Redação Fialdini Advogados

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A 1ª Turma do Superior Tribunal de Justiça (“STJ”) considerou ilegal o requisito constante na Portaria Conjunta nº 15/2009, da Procuradoria Geral da Fazenda Nacional e da Receita Federal do Brasil, que permite a adesão ao parcelamento simplificado somente para contribuintes com dívidas que não sejam superiores a R$ 1
milhão.

A adesão ao parcelamento simplificado pode ser realizada durante todo o ano e a dívida pode ser paga em até 60 parcelas. Embora não possua condições diferenciadas, como os programas de parcelamento especial, para aderir ao parcelamento simplificado não é necessária a apresentação de garantia, além de ser permitida a inclusão de dívidas oriundas de tributos retidos na fonte ou por estimativa.

A posição do STJ sobre a ilegalidade da limitação imposta na Portaria Conjunta nº 15/2009, veio com o julgamento de dois Recursos Especiais (REsp 1.693.538 e REsp 1.739.641), onde se entendeu, de forma unânime, que o requisito limitador deveria estar disposto em lei para ter eficácia e que tal restrição não está constante na Lei nº 10.522/2002, que trata sobre o parcelamento simplificado.

Com esse posicionamento do STJ, a Receita Federal deverá alterar o sistema virtual do parcelamento simplificado, para que possibilite a todos os contribuintes, independentemente do valor da dívida, realizarem a adesão ao referido parcelamento.

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