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Inovação

Visa e Intel juntas pela segurança nas compras online

Luciana Damasceno

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visa e intel

A Visa e a Intel anunciaram uma parceria com objetivo de criar soluções voltadas para aprimorar o controle da segurança e da privacidade de dados em dispositivos diversos durante operações que envolvam pagamentos.

A proposta vem como uma ótima notícia especialmente para a Internet das Coisas – dispositivos não-convencionais de acesso à internet, como refrigeradores, relógios, e automóveis – geralmente considerados como mais vulneráveis a ações criminosas. Por meio dessa cooperação, a Visa irá trazer o seu expertise em transmissão de dados pessoais e financeiros para os chips da Intel, os quais são usados na imensa maioria dos celulares, tablets, computadores e aparelhos inteligentes atualmente.

Desta forma, comprar sem sair de casa deve ficar mais seguro e fácil tanto para o cliente quanto para o vendedor, já que essas duas empresas estão trabalhando duro para criar um ambiente confiável e confortável com esse objetivo.

Soluções visam evitar ação de hackers

Entre as novidades anunciadas, está o licenciamento do Format Preserving Encryption, tecnologia da Visa, pela Intel. Este é usado na manutenção da integridade e do formato de dados, e poderá vir a ser integrada à Tecnologia de Proteção de Dados da Intel. Com isso, os dados de clientes e vendedores passarão a ser criptografados de forma a impedir o seu uso criminoso caso sejam interceptados por hackers durante qualquer parte da compra.

Também foi anunciada a entrada da solução Intel® Online Connect. Trata-se de um método de autenticação online que tornará mais fácil saber a partir de que dispositivo o cliente está fazendo a compra – e, consequentemente, decidir se a operação em andamento exige atenção dobrada. A novidade deve ser incluída na sétima geração de processadores Intel® Core™ e operará com o atual protocolo 3-D Secure da Visa e a versão 2.0 que a EMVCo espera lançar este ano.

“A sétima geração de processadores Intel® Core™ torna a experiência de compra mais conveniente e oferece segurança embutida no hardware”, informou à imprensa Rick Echevarria, vice-presidente do Grupo de Software e Serviços da Divisão de Segurança de Plataformas GM da Intel. “Essa colaboração com a Visa permite que a Intel continue inovando em tecnologias de segurança de plataforma, como a Intel® SGX e a Intel® Online Connect, para proteger ainda mais a experiência de compra on-line nos PCs.”

E isso é só o começo

Como resultado dessa parceria, ambas as empresas esperam que varejistas e instituições financeiras que atuam online e offline sintam-se mais à vontade para oferecer opções de compras e serviços por meio de dispositivos diversos. É esperado, por exemplo, que todos os futuros chips da Intel já saiam de fábrica prontos para oferecer soluções que garantam segurança e privacidade na transmissão de dados pessoais e financeiros durante pagamentos.

“O aumento no número de dispositivos conectados expandirá rapidamente as plataformas que usamos para comprar e pagar, abrindo também novos pontos de entrada para os hackers”, disse Mark Nelsen, vice-presidente sênior de produtos de risco e autenticação da Visa. “A solução desse desafio de segurança requer um novo nível de coordenação entre empresas dos setores de pagamento, tecnologia e informática. Trabalhando com a Intel, estamos cuidando para que a próxima geração de dispositivos de pagamento venha com segurança integrada desde o início.”

Luciana é uma jornalista radicada em Dublin na Irlanda. Redatora, já foi Relações Públicas do Estado da Bahia. É uma das melhores jornalistas de finanças do país.

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China coloca os dois pés em fintech no país.

Redação Pagamento.me

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A Tencent (gigante…gigante mesmo), anunciou a compra de 5% do Nubank (maior fintech brasileira).

Esse é um sinal claro, de que nenhum banco brasileiro (ou americano), será capaz de comprar a fintech brasileira no futuro. Era claro, pelo menos para os entusiastas de inovação e venture capital brasileiro. “Para comprar o Nubank, tem que ser alguém muito grande”. E não existe algum mercado com mais grana que os investidores chineses.

Por que a China coloca os dois pés em fintech no país? Por que eles já haviam comprado a 99 em sua totalidade. Agora entram de cabeça no Nubank, com U$200 milhões. Vale frisar que a 99 é fintech, já que o principal modelo é ganhar dinheiro (%) no fee com os pagamentos. 

Essa deve ser a hora em que os banqueiros da paulista devem se reunir e perguntar para as áreas de inovação: “Não é melhor olhar isso?”

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Inovação

Por que o Stripe vale U$20 bilhões?

Redação Pagamento.me

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Essa é uma pergunta que o mercado de pagamentos sabe reproduzir bem.

Depois do anúncio da rodada de U$245 milhões, impulsionando o valuation da empresa para U$20 bilhões, as coisas começam a ficar claras no mercado de pagamentos mundiais: vai haver uma consolidação. O Stripe (presente em mais de 130 países), vem fazendo uma ótima campanha de crescimento, com uma forte gestão, com um “produto matador”.

Não há combinação melhor, para uma empresa de tecnologia: mercado grande, produto de alta escala, que resolve problema.

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O Stripe Terminal está no Beta. (Foto: Stripe)

Os concorrentes, Adyen, Paypal, Alipay entre outros, olham a empresa como um grande benchmarking, especialmente pelo drive do time em tecnologia. Alguns dos melhores engenheiros, data scientists, gerentes de produto e pessoas de finanças estão lá. E antes mesmo que os rumores de um possível IPO aconteça, os fundadores se preocupam em consolidar parte da estratégia de crescimento em novos mercados e agora, em POS inteligentes (Stripe Terminal). Isso é uma ameaça clara à Square e à FirstData (com o Clover).

Com pouco mais de 1300 colaboradores, o Stripe é uma baita empresa, com grande foco no usuário e em times de tecnologia. Fundada por imigrantes irlandeses em 2010, a empresa é um modelo de produto.

A empresa não divulga os números de processamento, faturamento, mas o mundo inteiro está de olho nessa super fintech que vem mostrando que o jogo mudou de mãos. E agora está mais claro, que não se trata de mais uma empresa “sexy do Vale do Silício”.

No Brasil, o Stripe ensaiou uma entrada tímida, há 3 anos, com um executivo brasileiro, só que o foco de mercados como a Europa e Ásia, dificultou o olhar para o Brasil. Para se ter uma ideia, no Brasil a solução veio sem boletos e sem parcelados (o Brasil não é fácil!) naquele momento. O aconteceu depois disso é que a empresa deu um passo para trás no país, remodelou a estratégia e que pelo que sabemos, vão voltar novamente com um novo modelo, focado em developers e na comunidade de tecnologia.

O Paypal, que adquiriu a Braintree, a Venmo e a IZettle é um caso clássico de tentativa de consolidação de mercados através de M&A. O Stripe adquiriu 7 empresas (não necessariamente de pagamentos), para adquirir inteligência não clientes. O negócio do Stripe é escalar onde mais dói. E isso eles sabem bem.

Recentemente, Uber e Google (!) anuciaram que vão usar o sistema de pagamentos da empresa. Isso vale U$20 bilhões.

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Inovação

China amplia proibição de promover cripto além da capital

Leandro De Andrade

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O ataque contra cripto na China continua, a proibição de locais comerciais de hospedagem de eventos relacionados a cripto foi estendida para o Distrito de Desenvolvimento de Guangzhou, informou uma fonte de notícias local Jiemian em 29 de agosto.

O Distrito de Desenvolvimento de Guangzhou é uma zona econômica especial no sul da China, perto de Hong Kong. O Escritório de desenvolvimentismo financeiro do distrito divulgou um aviso sobre a nova proibição em 24 de agosto, alertando para a necessidade de “manter a segurança e a estabilidade do sistema financeiro”.

Conforme relatado na semana passada, a medida segue uma proibição quase idêntica imposta pela primeira vez aos locais no distrito de Chaoyang, em meados de agosto.

Neste mês a China dobrou seus esforços para reprimir o espaço doméstico de cripto. Uma série de novas medidas tem como alvo os canais de comunicação e outras “lacunas” através das quais os investidores chineses podem ganhar acesso a ofertas iniciais de moeda (ICO’s) e negociação de cripto.

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