Parece história de filme, mas a notícia é essa mesma: Wells Fargo demite 5,3 mil funcionários por fraudes milionárias.

Segundo o Departamento de Proteção Financeira ao Consumidor, os funcionários demitidos, teriam criado mais de 2 milhões de contas e cartões de crédito sem o conhecimento dos clientes desde 2011, para atingir metas de produção comercial. Ainda não foi confirmado, se o montante envolvido na fraude (cerca de U$5 milhões) foi desviado em benefício próprio dos funcionários. O que se sabe é que eram abertas contas e emitidos cartões para o cumprimento de metas. As fraudes mais comuns era a emissão de cartão para endereços falsos e transferência de dinheiro da conta corrente para cartões de crédito, afim de ativá-los.

O banco fez um acordo com os órgãos reguladores para pagar cerca de U$180 milhões de multa, pela fraude, que vem ocorrendo desde 2011. O susto nos americanos fez despertar um novo monstro (o da regulamentação). Assim como a crise de 2008, a falta de transparência em alguns processos bancários nos EUA, deve criar uma nova forma de regulamentar as instituições por lá. Os U$5 milhões envolvidos nos débitos e em cobrança de tarifas, serão devolvidos aos clientes.

O que assusta é que em cada cinco empréstimos feitos nos EUA, um é do Wells Fargo.

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